Jackson descarta auditoria do TCE e avisa: “Quero ser respeitado”
Política 23/12/2015 16h00

Da Redação

Em várias entrevistas concedida à imprensa ao longo desta semana, o governador Jackson Barreto (PMDB) tem deixado claro que no momento não quer a ajuda do Tribunal de Contas do Estado de Sergipe (TCE) para passar um pente fino nas secretárias do governo, apesar de reconhecer a capacidade técnica daquela Corte.

Nesta quarta-feira (22) ele voltou a descartar a possibilidade e chegou a demonstrar insatisfação com a declaração do novo presidente do TCE, o conselheiro Clóvis Barbosa, de que o problema da Administração Pública seria de gestão e não da falta de recursos.

Em entrevista à Ilha FM, Jackson retrucou a declaração do conselheiro afirmando que o governo tem gestão, sim, e deseja viver em harmonia com todos os poderes. “Prefiro adotar uma postura colaborativa com os órgãos. Somos todos iguais e temos grandes responsabilidades com o povo. Eu respeito a todos e quero que me respeitem como governador”, declarou.

Segundo o governador, a própria equipe técnica do governo tem feito uma auditoria e trabalhado para o enxugamento da máquina, com ações como o corte de comissionados, despesas e extinção de empresas, além do programa de incentivo ao desligamento voluntário de servidores.

Jackson também tem destacado que é antiga a crise econômica que afeta do Estado, provocando parcelamento do 13º salário e alteração na data de pagamento dos servidores. Segundo o governador, desde 2013, quando substituiu o então governador Marcelo Déda, o Estado tem encontrado dificuldades para manter as contas.

“Assumi o governo no dia 27 de maio de 2013, quatro dias depois o então secretário da Fazenda, Oliveira Júnior, disse: ‘não tenho recursos para pagar os salários dos servidores do mês de junho’. A partir dessa data até hoje a gente tem conseguido pagar a folha. Pagamos 13º de 2013 e de 2014, e promovemos o enxugamento da folha até agora”, disse Barreto.

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