Trabalhadores rurais podem sacar parcela do Mão Amiga Laranja
Economia 03/03/2018 11h16

Uma boa notícia para os 4.441 catadores de laranja dos 14 municípios da citricultura beneficiados pelo Programa Mão Amiga. A partir deste sábado (03) já estará disponível para saque, a terceira parcela do benefício. A Secretaria de Estado da Inclusão Social (Seidh) encaminhou a ordem de pagamento na última quinta, para que o Banco do Estado de Sergipe (Banese) creditasse o recurso nas contas dos beneficiários. No total, R$ 843.790,00 foram investidos pelo Governo do Estado nesta parcela, com recursos do Fundo Estadual de Combate e Erradicação da Pobreza (Funcep).

“Para receber o benefício, basta que o cidadão vá uma agência, caixa eletrônico ou Ponto Banese. É muito simples. A parcela de R$ 190,00 faz a diferença na vida daqueles que precisam de um apoio no período da entressafra da Laranja, quando ficam sem trabalho, além da queda da produção verificada por causa da mosca negra. O Mão Amiga é uma prioridade do Governo e compreendemos a necessidade de manter e ampliar sempre o alcance do programa”, afirmou Zezinho Sobral, secretário de Estado da Inclusão e Assistência Social.

Criado em 2009 para minimizar os efeitos do desemprego causado pela entressafra da cana e da laranja, o programa Mão Amiga já pagou mais de R$ 46 milhões em benefícios para mais de 61 mil trabalhadores rurais sergipanos.  Na edição 2017/2018, já foram pagos mais de R$ 2,5 milhões em benefícios aos trabalhadores da citricultura. A quarta e última parcela será creditada no próximo mês de abril. 

Em contrapartida, os trabalhadores rurais participam de seminários realizados em cada um dos 14 municípios: de Arauá, Boquim, Salgado, Lagarto, Tomar do Geru, Umbaúba, Indiaroba, Itaporanga, Santa Luzia do Itanhy, Itabaianinha, Pedrinhas, Estância, Cristinápolis e Riachão do Dantas. A Seidh encerrou, na última semana, o ciclo de palestras voltadas para as questões de saúde (prevenção às Infecções Sexualmente Transmissíveis, hipertensão, diabetes), manipulação correta de agrotóxicos, importância do uso de equipamentos de proteção individual (EPIs), e técnicas de combate à mosca negra (praga da citricultura). Na próxima terça-feira (06), será a vez do município de Salgado.

“A resposta em todos os seminários é bastante positiva, com a participação total do trabalhador e da família. Esse ano, tivemos a ideia de doar bolsas colheitadeiras, um equipamento de proteção individual que dá ergonomia e segurança enquanto ele estiver em campo. Estamos cumprindo no nosso papel, levando a informação ao citricultor e garantindo a ele a parcela deste programa social”, concluiu Zezinho Sobral.
 

Fonte: Ascom Seidh

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