Vl Feira de Ciências de Sergipe estimula a inovação de projetos cientificos de diversos estudantes
Cotidiano 28/10/2016 12h00 - Atualizado em 28/10/2016 15h31Por Ana Rolemberg
Com experiências cientificas inovadoras, a Vl Feira de Ciências de Sergipe aconteceu nesta sexta-feira (28) até as 15h na Universidade Federal de Sergipe, reunindo mais de 100 projetos de escolas públicas e particulares com objetivo de integrar os estudantes com o ambiente universitário através de temas relacionados às variadas ciências. F5 News esteve no local e escolheu alguns experimentos científicos, confira:
“Compostagem Termofilica como alternativa ao tratamento dos Resíduos Orgânicos na Feiras Livres” foi o tema escolhido por estudantes do Colégio Estadual Edélzio Vieira de Melo, no município de Capela.
A estudante Girlaine da Costa explica que o tema se originou no incomodo que o odor de uma feira livre na porta do colégio fazia. “Criamos o projeto Compostagem por dois motivos, até posteriormente descobrimos mais. O primeiro foi porque nosso colégio tem uma feira livre e o odor nos incomodava, diante disso resolvemos criar um projeto em que pudéssemos utilizar aquele material que ocasionava aquele cheiro. Diante disso, criamos as compostagens; atualmente são dois tipos: a terrestre e entre bambus, a principio a ideia era criar com madeira, só que com a madeira além de ter grandes custos, ela poderia não dar tantos resultados, pois na matéria prima poderia ter algum produto químico e assim atrapalharia. Depois que conseguimos ver a importância de estar fazendo aquilo com a reeducação ambiental, aumentamos o convívio com a comunidade a escola ficou mais ‘viva’, tivemos um contato maior com a sociedade e criamos laços com ex-alunos”, relata.
Para a coordenadora do evento acadêmico, Eva Maria, as feiras científicas fazem com que os alunos iniciem o gosto pela pesquisa. “Os alunos de Bolsa Científica Júnior, educação básica, ensino fundamental maior, ensino médio, iniciam o gosto pela pesquisa através deste evento; então, quando vêm para aqui, eles ficam encantados de ver esse ambiente e, com certeza, esse é um estímulo para quando chegar o momento de escolherem sua profissão e entrarem no ensino superior. É isso que a gente quer também: mais gente formada, porque é isso que acreditamos que o Brasil precisa, pessoas que queiram estudar para saber discernir as questões políticas“, afirma a docente.
Os alunos do Colégio de Aplicação da UFS escolheram o tema “Divulgação alfabetização científica através de webtiras digitais utilizando aplicativos, sites e redes sociais".
“O projeto visa à alfabetização cientifica dos alunos de ensino médio e ensino fundamental, o nosso público alvo são esses", explica a estudante Paula Moura. "Vemos que os adultos, universitários e outros sentem interesse pelas tirinhas. Já apresentamos em conceitos de ciência da natureza e física nas tirinhas porque vimos que há uma maior dificuldade nessas áreas", completa.
Segundo Paula, a proposta não pretende substituir o livro didático. "É somente inserir conceitos básicos, para incentivar esses públicos a procurar o conhecimento”, resume.

Falta de acesso à habitação persiste e desafia efetivação da cidadania
Testagem ocorre a partir das 8h, na área externa da UBS Carlos Hardmam.
Os contratos terão duração de até um ano, com possibilidade de prorrogação
Homem foi flagrado pelas câmeras de segurança do Ciosp levando uma porta
Secretária Mércia Feitosa lembra necessidade de reduzir ocupação de leitos
