Treze praias estão impróprias para o banho em Sergipe; saiba quais
Cotidiano 17/07/2015 17h22

Com a chegada do Inverno, somada à ocorrência do fenômeno climático El Niño, as chuvas têm ocorrido com maior intensidade em grande parte do Brasil. Em Sergipe, do litoral ao sertão, o período chuvoso tem sido frequente, e naturalmente, com resultados previstos, mediante volume esperado de precipitação.

Enquanto as chuvas beneficiam as plantações na zona rural –  outrora sofrida por longo período de escassez de chuva -,  algumas praias do litoral norte e sul do Estado passam a estar  temporariamente impróprias para  banho e atividades esportivas por conta  do volume das chuvas sobre praias e rios.

Conforme relatório semanal divulgado na manhã desta quinta-feira,  período de 16 a 22 de julho, emitido pela Gerência de Avaliação e Monitoramento Ambiental da Administração Estadual do Meio Ambiente (Geama|Adema), das 28 praias monitorados pelo órgão ambiental, 13 delas devem ser temporariamente evitadas para banho e atividades recreativas durante período apontado.

Estão temporariamente impróprias para banho, as seguintes praias: praia de Pirambu, prainha de Neópolis, praia do Banho Doce, praia de Atalaia Velha, praia do Robalo, praia de Atalaia Nova, praia do São Pedro Pescador, prainha de Propriá, praia dos Artistas, prainha da Adutora, praia do Por do Sol, praia do Bico do Pato e a prainha do Povoado Saúde.

Segundo explica o gerente do Geama, Péricles Azevedo, no período chuvoso a  contaminação das águas das praias tem a perspectiva de aumentar por consequência das ligações clandestinas de esgotos.

Ressalta que as ligações clandestinas de esgotos realizam o carreamento de resíduos de origem doméstico/sanitário diretamente para as galerias pluviais, que consequentemente acabam desembocando   no rios e no mar.

“Essa ocorrência é a principal razão da alteração da balneabilidade no período chuvoso”, justifica Péricles, enfatizando que além mesmo das fortes chuvas, outros fatores incidem sobre condição que pode caracterizar um local como “impróprio” para banho. Dentre esses, presença de animais no entorno, disposição inadequada de resíduos sólidos, entre outras ocorrências.

O estudo para classificação de se a praia é própria ou imprópria para o banho  leva em consideração os padrões de qualidade da água, esses, definidos pelo Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama), por meio da resolução 274/2000.

Sinalização

Placas indicando o resultado do monitoramento são afixadas pelo órgão responsável nos locais monitorados. A cor azul indica água própria e a vermelha imprópria para banho. Estas se destinam a alertar os banhistas para que evitem os locais impróprios para banho.

Fonte: Adema

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