Superlotação em microônibus da Coorpetalse é denunciada por internauta
Problema é conhecido da Companhia de Transporte Cotidiano 03/06/2013 15h15Por Sílvio Oliveira
Uma placa indicava que o limite máximo era de 32 passageiros. Mas ao se observar o microônibus da Cooperativa de Transporte Alternativo de Passageiros do Estado de Sergipe (Coopertalse) que partiu de Itabaianinha à Aracaju nesta segunda-feira (03) com mais de cinco cidadãos em pé, não era difícil constatar que essa ocupação máxima estava sendo desrespeitada. A denúncia foi feita a F5 News pelo internauta Jonatan Santana.
Ele conta que no veículo chegou a haver um início de tumulto, pois a cobradora não usava crachá e alguns passageiros se indignaram em ir de pé durante parte do trajeto. “Transformou-se num amontoado de gente e bagagem”, disse.
Jonatan Santana relatou ainda que, ao chegar à cidade de Estância, somente quatro passageiros desceram e mais seis subiram. Houve reclamação e, mesmo assim, ninguém fez nada.
Ao chegar às imediações da entrada de Aracaju, o motorista recebeu uma ligação, provavelmente, sobre a fiscalização da Polícia Rodoviária Federal (PRF) que acontecia, e quem estava de pé teve que descer nas proximidades do povoado Quissamã, para esperar um novo transporte.
Problema antigo
O presidente da Coopertalse, Valtenes Porto, reconhece o problema de superlotação e diz que os passageiros, ao constatarem que o veículo está lotado, não devem subir. “Devem informar à Polícia Rodoviária Federal”, afirmou.
Caso aconteça de superlotar já com o passageiro no veículo, a Polícia ou a própria Coopertalse devem ser informados da situação.
Quanto à fiscalização, Valtenes Porto diz que cansa de multar os motoristas e suspender por cinco dias o direito de transportar, mas alega que há pouco efetivo para se fazer uma fiscalização a contento. “Às vezes passam até com 50 passageiros. A fiscalização não multa”, afirma.
Ele explica que há também uma culpa do passageiro em ser conivente com a situação. “Se o motorista pediu para descer, ele não desceria ou desceria e denunciava a Polícia Rodoviária. Temos a obrigação de fiscalizar”, diz.
Foto: Marcos Lisboa

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