Sintese não divulga as contas da entidade para a imprensa
Presidente diz que não há o que temer,mas informações são para filiados
Cotidiano 21/10/2015 11h09

Por Fernanda Araujo

Rebatendo as críticas que a atual direção do Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Sergipe (Sintese) vem sofrendo, por professores da oposição, nos meios de comunicação, a presidente da entidade, Angela Melo,afirmou que as contas do sindicato sempre estiveram na sede, à disposição dos seus filiados. Segundo ela, a imprensa não terá acesso, até que o tema seja deliberado na próxima assembleia da categoria, onde serão discutidos a forma e os critérios de publicidade de ações e contas do sindicato.

Um grupo de 150 professores, sendo dois deles filiados e que fizeram parte da diretoria por seis anos, mais precisamente no Conselho de Representantes, argumentam que as contas não estão disponíveis e cobram a disponibilização de toda a contabilidade dos últimos 15 anos, inclusive que lhes sejam entregues cópias. Ângela Melo, por sua vez, defende que as informações são exclusivas para a categoria.

Para a diretoria, esse pedido é desproporcional, já que a prescrição tributária trabalha com um prazo de cinco anos, além de alegar que a quantidade incalculável de cópias paralisaria a entidade. O Sintese acredita que essa é uma tentativa de fragilizar o sindicato com objetivos puramente eleitorais, revezando o ataque com o vereador Agamenon Sobral, inimigo declarado dos professores.

“Esses dois professores assinaram todas as prestações de contas porque nós apresentamos no nosso conselho que se reúne duas vezes por ano. Eu, nesses dois mandatos, tenho tido zelo como os outros tiveram. Todos os nossos balancetes estão aqui, aprovados pelo Conselho. O filiado que vier ao Sintese para pedir a prestação de contas, ele tem direito. Se ele tiver dúvida, nós temos o Conselho Fiscal que a gente pode convocá-lo”, disse a presidente Ângela Melo.

As contas do Sintese são superavitárias e com advento do imposto sindical o patrimônio da entidade mais que triplicou. De acordo com a entidade, o dinheiro arrecadado, até agora, foi utilizado para aquisição e reforma da sede de Neópolis; compra de uma casa-terreno em Nossa Senhora da Glória para a construção da sede; compra de um terreno em Estância para a construção da sede e de um terreno em Itaporanga para a construção de um Centro de Formação; construção da sede de Lagarto, de Itabaiana; aquisição de uma casa em Aracaju, na rua Duque de Caxias, no fundo da sede da Rua Campos, onde serão construídos um auditório e um centro de formação, antigos sonhos dos professores, já com recursos em caixa.

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