Sintese: Como JB buscou recursos para São João, busque para o reajuste
Professores fizeram ato durante lançamento do Arraiá do Povo Cotidiano 12/06/2015 10h28Por Will Rodrigues
“Da mesma forma que o governador procurou recursos para realizar o são João, que é uma festa popular significativa para o Nordeste e especialmente para os sergipanos, busque para implementar o reajuste do piso dos professores”, declarou Ângela Melo, presidente do Sintese, durante a manifestação dos professores da rede estadual que literalmente invadiram o lançamento da programação do Arraiá do Povo, na manhã desta sexta-feira (12). O governador Jackson Barreto (PMDB) não compareceu e foi representado pelo seu vice, Belivaldo Chagas
Os docentes, em greve há 26 dias, ocuparam a área interna do restaurante - e, mesmo com a solenidade acontecendo, fizeram um "apitaço" para cobrar uma resposta do Governo às reivindicações da Categoria. “Viemos solicitar uma audiência com o governador ou com quem tenha poder de deliberar. Não podemos sentar à mesa para ouvir o secretário da Fazenda dizer que não tem recursos e o secretário da Educação dizer que os problemas da educação estão resolvidos ou serão com o Plano Estadual de Educação. Precisamos de uma resposta concreta sobre qual a política de valorização dos professores”, pontuou Melo.
Segundo o sindicato, até o momento não houve negociação com o Governo e sem o pagamento do reajuste de 13.01% para os professores em todos os níveis, não haverá suspensão do movimento paredista.“A negociação se dá quando as partes sentam e tem proposta, Jackson não apresentou uma proposta. Contamos com a sensibilidade do governador para discutir os impasses porque se não, vamos continuar no Palácio dos Despachos”, afirmou a presidente do Sintese.
Há 15 dias os professores ocupam a recepção do Palácio dos Despachos. Com a paralisação, mais de 12 mil professores cruzaram os braços e 170 mil alunos estão sem aula. No último dia 22 de maio a Justiça decretou a ilegalidade da greve. A próxima assembleia da categoria será realizada na terça-feira (16);
A Secretaria de Estado da Educação (Seed) informou que manterá o corte do ponto e fará o desconto dos dias parados no contracheque do mês de junho, uma vez que a Justiça decretou a ilegalidade do movimento.
Fotos: Will Rodrigues/F5 News

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