Sintese aborda Semana Nacional da Educação na Câmara de Vereadores
Cotidiano 22/04/2013 19h40
Na tarde desta segunda-feira, 22, o Sintese esteve presente na Sessão Especial da Câmara de Vereadores onde estiveram presentes representantes do CNTE, Sintese, Sindipema e do Mandato Popular da deputada estadual Ana Lúcia (PT).
O diretor de comunicação do Sintese, o professor Joel Almeida expôs aos presentes sobre a Semana Nacional da Educação proposta pelo CNTE, onde haverá a paralisação do dia 23 ao dia 25 desta semana com atividades como panfletagem e conscientização através dos veículos de comunicação, além da ida da presidenta à Assembleia Legislativa.
Joel colocou que existem avanços no debate sobre a escola pública, segundo ele, foi no governo da presidenta Dilma Rousseff que a discussão sobre os problemas tem sido feita de forma profunda, e os progressos já são percebidos.
“Eu falo de escola pública porque vivencio a escola pública, estou dentro dela. Sou professor da rede estadual há 22 anos e nunca me afastei de sala de aula”, declarou.
O professor também falou sobre o IDEB, método de avaliação dos professores. Segundo ele a maior parte dos professores da rede não compreendem esta forma de avaliação, não é discutida com a categoria e hoje é utilizada para constranger os educadores e educadoras.
Para a professora municipal Magna Araújo, presidenta do Sindipema, ainda existem muitos problemas a serem superados. Apontou problemas com programas educacionais como o Alfa e Beta, a dificuldade em implementar a Gestão Democrática e o desrespeito com o Piso.
Ela informou que hoje muitos professores tiram do seu salário para melhorar a merenda escolar, citou o exemplo de uma merendeira que sempre ajuda.
“Essa merendeira sempre fala que não aceita fazer um arroz branco para os filhos, se ela tiver tempero em casa ela leva”, relatou Magna.
Para Iran, a contribuição dos professores foi valorosa e exige reflexão de toda a sociedade sobre o assunto.
“Em Aracaju existe graves problemas, entre eles o achatamento da carreira, a introdução de pacotes educacionais, onde os profissionais da educação não são respeitados na sua autonomia de construir pedagogicamente os seus programas e planos de aula”, levantou o parlamentar.
O vereador acrescentou que o direcionamento de parte dos royaltes do pré-sal para a educação é um debate nacional de suma importância, no entanto o investimento na educação não deve estar ligado apenas aos impostos, mas aos tributos, isto daria um salto qualitativo.

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