Sindicatos da saúde se reúnem com secretário e dizem que houve avanços
Nova assembleia com os sindicatos está marcada para quinta-feira
Cotidiano 01/08/2012 10h57

Por Fernanda Araujo

Representantes dos sindicatos da Saúde de Sergipe se reuniram, na tarde da terça-feira passada, com o secretário de Estado da Saúde, Sílvio Santos, com o objetivo de avaliar propostas e reivindicações do Plano de Cargos, Carreira e Vencimento (PCCV).

Segundo o vice presidente do Sindicato dos Médicos de Sergipe (Sindimed), José Menezes, houve avanços nas negociações. “Ele corrigiu o que tinha apresentado antes. Houve compromisso do governo com o PCCV e avanços primeiramente para os médicos celetistas”.

Para os servidores da saúde, o secretário havia apresentado na mesa de negociação no dia 16 de julho, a mesma proposta já rejeitada pelos sindicalistas em 2010. Eles reclamam também de excesso na carga horária, de salários muito baixos, da falta frequente de medicamentos, películas RX e materiais para alguns exames laboratoriais, entre outros. Todos, objetos de várias audiências no Ministério Público Estadual, que gerou ações contra o estado e ao ex secretário da saúde, Antônio Carlos Guimarães.

De acordo com o presidente do Sindicato dos Trabalhadores na Área de Saúde de Sergipe (Sintasa), Augusto Couto, as principais negociações da categoria foram aceitas. “O que mudou de mais importante foi o que havíamos pedido como, a evolução por titulação, progressão por tempo de serviço e a avaliação por mérito ao ser criada uma comissão. A partir disso a gente fica mais seguro”.  

Apesar disso, Couto afirma que a tabela de valores apresentada foi a mesma. O menor salário ficou em R$ 754 reais, que incide na gratificação variável em 50% incluído no salário base. “Com isso o servidor avança na carreira. O sindicato vai levar a proposta para a categoria que vai decidir”. Na reunião foi decidido que primeiramente o PCCV será destinado aos médicos celetistas. “O secretário falou que não dá para incluir agora os médicos estatutários por causa do limite de recursos do governo, após o governo ter o limite, começa os trabalhos para eles”, explica Couto. Se aceito, o plano entrará em vigor a partir de setembro retroativo a 1º de janeiro.

Nesta quinta-feira (2), os sindicatos estarão reunidos em uma nova assembléia, às 18h no auditório do Hospital de Urgência (Huse), para reavaliar as propostas da mesa.

Foto: arquivo F5 News

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