Sexta cultural abre homenagens ao mês da mulher no TCE
Cotidiano 06/03/2015 14h38

O Tribunal de Contas do Estado de Sergipe (TCE/SE) dá início, nesta sexta-feira (6), ao mês dedicado à luta das mulheres por meio da Sexta Cultural. Para esta edição, o TCE contou com a parceria com a OAB, seccional Sergipe, e com o Conselho Regional de Contabilidade.

Na abertura do evento, que contou com a participação dos diretores e dos colaboradores do Tribunal, o presidente Carlos Pinna proferiu algumas palavras sobre a importância da igualdade entre os gêneros. “Estamos juntos aqui em um clima de festa e de promoção da igualdade. A parceria com a OAB e o Conselho de Contabilidade nos permite fazer comemorações em homenagens às mulheres. O Tribunal se honra em ostentar duas mulheres decisivas em seus destinos, as conselheiras Susana Azevedo e Angélica Guimarães”, disse Pinna.

Durante a programação, foi lançada a primeira revista da Academia Sergipana de Contabilidade. A presidente da instituição Maria Salete Barreto esteve presente, junto à presidente do Conselho Regional de Contabilidade, Ângela Dantas, e afirmou que o periódico contribui para a divulgação científica da área de estudo. “A nossa academia tem 37 anos de existência e precisávamos começar a registrar nossa história, ainda não tínhamos a coletânea do nosso trabalho. A revista reúne artigos, discursos e o trabalho científico da academia”, explicou.

Exibição de curta

No mesmo dia, ainda foi exibido o curta metragem feito pela Comissão da Mulher, da OAB nacional, “Não é fácil não”, seguido de um amplo debate a respeito dos novos paradigmas da família contemporânea e dos desafios da mulher.

Representando a OAB/SE, a presidente da Comissão em Defesa dos Direitos da Mulher, Adélia Passos, falou sobre as dificuldades do dia a dia da mulher. Para ela, a conquista da mulher no que diz respeito ao campo profissional poderia ser mais positiva se houvesse a divisão de tarefas no ambiente doméstico. “A mulher de hoje anda esgotada com tantos afazeres, não são todos os homens que contribuem para o bom funcionamento da casa”, explicou.

Ela ainda completou afirmando que essa é uma questão de todas as classes sociais e que a parceria dentro de casa é possível. “Hoje a mulher é parceira no orçamento em muitos lares, mas não encontra parceria no lar. Homens e mulheres devem andar de mãos dadas, o filme mostra que esta é uma parceria possível”, concluiu.

Foto: Cleverton Ribeiro/TCE
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