Servidores federais fazem ato na entrada do HU
Cotidiano 30/07/2015 09h29Por Elisângela Valença
Servidores públicos federais fizeram um ato, na manhã de hoje (30), na porta do Hospital Universitário da Universidade Federal de Sergipe (HU/UFS), que fica no bairro Sanatório, zona norte de Aracaju. Eles bloquearam o acesso de veículos ao local, o que acabou causando engarrafamento no entorno.
O ato faz parte do movimento grevista, que já passa dos 60 dias, em todo o país. “O foco do ato hoje é o hospital universitário. A mesma ação está acontecendo em todo o país e visa denunciar, mais uma vez, a precarização e o descaso com a saúde e a educação públicas, que é o que acontece nos hospitais-escola”, disse Atamário Cordeiro, diretor do Sindicato dos Trabalhadores da Universidade Federal de Sergipe (Sintufs).
Servidores federais de diversas categorias, também em greve, participaram do ato, como professores da UFS; do Poder Judiciário; do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Sergipe (IFS), do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), entre outros.
O HU/UFS se pronunciou através da seguinte nota:
“O Hospital Universitário da Universidade Federal de Sergipe (HU-UFS) reprova qualquer ação que venha a prejudicar a sociedade, a exemplo do bloqueio do acesso de veículos ao Hospital.
A instituição aproveita ainda para informar que no último dia 6 de julho houve uma reunião – intermediada pelo Ministério Público Federal - entre os movimentos sindicais envolvidos nas manifestações, a Superintendência do HU-UFS e a Reitoria da UFS.
Na oportunidade, o HU e a UFS ouviram os movimentos, analisaram as reivindicações e já houve acordo e encaminhamento para todos os pontos.”
Segundo Atamário, as negociações, tanto nacionais, com o Governo Federal, quanto locais, com os gestores dos órgãos, acontecem, mas as propostas apresentadas são revoltantes. “O que o Governo está propondo é uma proposta irrisória. O reajuste de 21% sequer cobre as perdas salariais e ainda será parcelado para quatro anos. Isso é uma proposta, no mínimo, irresponsável”, comentou.
Uma nova rodada de negociação deve acontecer nesta primeira semana de agosto. Nos dias 5 e 6 de agosto, servidores de todo o país irão a Brasília para pressionar o Governo Federal e o Congresso Nacional a melhorar a proposta.

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