Servidores federais aceitam reajuste de 10,5%
Cotidiano 02/10/2015 15h29Por Giovane Mangueira
Danilo Petersen, 20 anos, aluno do curso Técnico em Petróleo de Gás no Instituto Federal de Sergipe, está sem aula desde o mês de maio. Afora essa deficiência, preocupa-o que o curso se estenda além do previsto. “Passei por três greves, já era para eu estar formado e trabalhando na área. Meu sonho sempre foi terminar o meu curso e viajar para outros estados em busca de oportunidades, por conta das greves que aparecem todos os anos, esse sonho está longe de ser realizado", disse Danilo.
Em fase final, a greve dos servidores e dos docentes pode chegar ao fim na próxima semana. A categoria de braços cruzados há quase 80 dias resolveu aceitar o reajuste do governo de 10,5%, dividido para duas vezes - uma parcela em 2016 e a outra em 2017.
Inicialmente a categoria pedia 27% de reajuste salarial, porém o governo em meio às negociações sugeriu o aumento de 21,3%. “Desde que entramos em greve várias propostas apareceram, mas nós não poderíamos aceitar por conta de alguns cortes e da maneira como iam ser pago, por exemplo, nos deram o aumento de 21,3% que seria pago em 4 anos, e sem o auxilio saúde, auxilio creche e o auxilio alimentação” conta José Correia Neto, representante do comando de greve.
O reajuste de 10,5% foi aceito pela categoria, e os servidores aguardam a chegada do termo que já foi enviado para Brasília para ser assinado pelo governo federal.
Uma reunião será marcada na tarde desta sexta-feira (02), para verificar a melhor data para o retorno das aulas, porém, só voltam as atividades com a chegada do termo assinado.
Foto: Arquivo / F5 News

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