Servidores dos Correios em Sergipe aderem à paralisação nacional
Cotidiano 22/09/2015 10h05Da Redação
As agências dos Correios em Sergipe estão com o atendimento prejudicado a partir desta terça-feira (22). Em assembleia realizada na noite de ontem (21), os funcionários decidiram aderir à paralisação nacional iniciada no último dia 15 de setembro. Durante a mobilização apenas 30% do efetivo será mantido.
A falta de condições para distribuição das correspondências, o déficit de 200 funcionários no efetivo da regional sergipana e a proposta de reajuste estão entre os razões que motivaram a paralisação, conforme informações do Sindicato dos Trabalhadores dos Correios de Sergipe (Sintect/SE).
De acordo com o último balanço divulgado pela empresa, dos 36 sindicatos dos Correios no Brasil, metade (18) não está em paralisação. Nas localidades em que a paralisação foi deflagrada, os Correios estão adotando medidas como realização de horas extras e mutirões, apoio de pessoal administrativo e realocação de empregados, de forma a garantir a manutenção dos serviços.
Segundo os Correios, as agências estão abertas e os serviços, inclusive a entrega de Sedex e o Banco Postal, estão disponíveis, com exceção dos serviços interestaduais com hora marcada.
Levantamento realizado nesta segunda-feira (21) mostra que 89,88% do efetivo dos Correios não aderiu ao movimento, o que corresponde a 107.224 empregados, número apurado por meio de sistema eletrônico de presença. O movimento está concentrado na área de distribuição, portanto, pode haver atraso na entrega.
O Tribunal Superior do Trabalho (TST) ofereceu aos trabalhadores reajuste linear de R$ 200 em forma de gratificação (R$ 150 em agosto de 2015 e R$ 50 em janeiro de 2016), o que representa um aumento de cerca de 15% sobre o salário base inicial dos agentes de Correios (carteiros, atendentes e operadores de triagem e transbordo), que atualmente é de R$ 1.676.34 e pela proposta, em agosto de 2016 passaria a ser de R$ 1.940,34.
A proposta inclui ainda manutenção do plano de saúde dos trabalhadores da forma como é hoje e reajuste de 9,56% nos benefícios vale cesta, vale-alimentação/refeição, auxílio para dependentes especiais e auxílio creche/babá a partir de agosto de 2015, entre outros pontos. Segundo a empresa, 17 diretorias regionais aceitaram a proposta do TST.

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