Sergipe: nove municípios estão com alto índice de infestação do Aedes
Cotidiano 02/02/2017 17h37Por F5 News
Nove municípios sergipanos estão com alto índice de infestação do mosquito Aedes aegypti, de acordo com o resultado de um levantamento divulgado pela Secretaria de Estado da Saúde (SES) nesta quinta-feira (2).
Segundo a pasta, as cidades são Simão Dias (13,4%), Salgado (6,4%), Siriri (6,3%), Aquidabã (6,1%), Itabaiana (5,2%), Nossa Senhora das Dores (5,0%), Japaratuba (4,7%), Monte Alegre (4,5%) e Carira (4,2%). “Nestes casos, a população deve ficar em alerta para a ocorrência de surtos ou epidemias”, salienta a coordenadora do Núcleo de Endemias da SES, Sidney Sá.
Comparando com o resultado do LIRAa divulgado em outubro de 2016, houve um aumento no número de municípios em situação de alto risco. “Eram somente três: Itabaiana, Simão Dias e Carira. Todos continuam na lista”, reforça.
Já na classificação de médio risco de infestação, com resultados que variam entre 1% e 3,9%, estão 30 municípios sergipanos – apenas três a menos que no último levantamento. Nossa senhora da Glória (3,9%), Pedrinhas (3,7%), São Domingos (3,6%), Lagarto (3,4%), Tobias Barreto (3,3%), Laranjeiras (3,3%), Capela (3,2%) e Porto da Folha (3,1%) estão no topo da lista.
Apenas 15 municípios compõem o grupo considerado de baixo risco de infestação, com índices menores que 1%. São eles: Japoatã (0%), Nossa Senhora do Socorro (0,3%), Areia Branca (0,4%), Pirambu (0,4%), Carmópolis (0,4%), Cristinápolis (0,4%), Cedro de São João (0,5%), Ilha das Flores (0,5%), Umbaúba (0,5%), Santana do São Francisco (0,6%), Malhador (0,7%), Neópolis (0,7%), Poço Redondo (0,7%), Ribeirópolis (0,8%) e Canindé do São Francisco (0,9%).
Obrigatório
No final do mês passado, o Ministério do Saúde tornou obrigatória a realização de levantamento entomológico de infestação por Aedes aegypti em todos os municípios do país.
Segundo o ministério, os levantamentos devem ser utilizados como ferramenta para direcionamento e qualificação das ações de prevenção e controle do mosquito.
Os municípios que não realizarem o levantamento não receberão a segunda parcela do Piso Variável de Vigilância em Saúde, recurso extra que é utilizado exclusivamente para ações de combate ao mosquito.
*Com SES e Agência Brasil

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