Sergipe gerou 2.103 empregos formais em novembro
O número é menor do que no mesmo período do ano passado
Cotidiano 18/12/2014 20h00

Da Redação

O Estado de Sergipe criou 2.103 empregos celetistas em novembro de 2014, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados nesta quarta-feira (18) pelo Ministério do Trabalho. O número é resultado da diferença entre admissões e demissões de trabalhadores. No mesmo período do ano passado, o estado conseguiu gerar 3.059 postos.

Os dados representam uma expansão de 0,69% em relação ao estoque de assalariados com carteira assinada do mês anterior. Os setores de atividades que mais contribuíram para este resultado foram o Comércio (+1.032 postos) e a Indústria de Transformação (+ 979 postos). Já no setor da construção civil houve uma redução de 238 postos, sendo o que mais desempregou no mês passado, seguido dos Serviços Industriais de Utilidade Pública (-60) e Extrativismo Mineral (-32).

Na série ajustada, que incorpora as informações declaradas fora do prazo, nos primeiros onze meses do corrente ano, houve acréscimo de 10.594 postos (+3,58%).  Ainda na série com ajustes, nos últimos 12 meses, verificou-se crescimento de 2,97% no nível de emprego ou +8.849 postos de trabalho.

Veja abaixo a tabela da evolução do emprego formal em municípios com mais de 30.000 habitantes em Sergipe, no mês de novembro 2014:

Já o Brasil gerou 8.381 empregos com carteira assinada em novembro, o número é resultado da diferença entre admissões (1.613.006) e demissões de trabalhadores (1.604.625) e representa uma queda de 88% na comparação com o registrado em novembro do ano passado, quando o país gerou 69.361 vagas de emprego, na série com ajuste – que incorpora as informações declaradas fora do prazo. Na série sem ajuste, considerando a criação de 47.486 postos em novembro de 2013, houve queda de 82%.

No acumulado do ano, o saldo da criação de empregos é positivo, com 938.043 postos de trabalhos gerados. Esse é o menor número para o acumulado do ano desde 2003, quando o país gerou 860.887 vagas de trabalho com carteira assinada, de acordo com os dados ajustados divulgados pelo ministério.

A pasta informou que o desempenho negativo do mercado de trabalho formal em novembro foi puxado pela construção civil, que reduziu 48.894 postos de trabalho, e registrou a maior queda, seguida da indústria de transformação (-43.700 postos) e da agricultura (-32.127 postos). O comércio gerou 105.043 empregos o de serviços, 29.526 postos de trabalho.

*Com informações da Agência Brasil.

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