Semarh reúne prefeitos e representantes do Consórcio de Resíduos Sólidos
Cotidiano 21/11/2016 15h44 - Atualizado em 21/11/2016 20h58Na manhã desta segunda-feira (21), a Secretaria de Estado de Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos (Semarh) reuniu prefeitos e representantes do Consórcio Sul e Centro-Sul de Sergipe com o propósito de fazer um balanço dos estudos concernentes à implantação de nove aterros sanitários de pequeno porte na região.
O encontro também serviu para a atual superintendente do Consórcio, Verônica Fernandes, cujo mandato, exercido por um biênio, se encerra ao final do mês de dezembro, prestar contas da gestão e alinhar algumas ações que ainda precisam ser efetivamente executadas ou corrigidas.
“Viemos passar para os prefeitos a situação de cada município dentro dos itens de cooperação e automaticamente na formação do consórcio. Muitos fizeram o dever de casa e queremos passar para as novas gestões esses ajustes, porque em janeiro haverá uma nova formação da presidência e superintendência, dando continuidade ao trabalho do Consórcio, que está na lei 12.305”, destacou Verônica.
Segundo ela, dos 16 municípios, apenas três apresentam pendências que podem ser sanadas. “Temos municípios que são referências e podem ser visitados, até para a gente saber que não precisa de muito, mas, na verdade, de um punhado de boa vontade”.
Presente à reunião, a superintendente de Qualidade Ambiental, Desenvolvimento Sustentável e Educação Ambiental da Semarh, Valdinete Paes, reiterou a necessidade do encontro, tendo em vista que haverá mudanças na cúpula presidencial do Consórcio. “É uma prestação de contas para os prefeitos explicarem todas as ações em seus municípios”.
Entre os quatro consórcios existentes no Estado, segundo Valdinete, o Sul e Centro-Sul é o mais avançado. “Esse consórcio é o mais avançado. Ele é formado por dezesseis municípios, entre eles, dois se destacam: Boquim e Itabaianinha, com implantação de cooperativas de catadores formalizados, apoio da Prefeitura com os catadores de materiais recicláveis e não recicláveis”.
O prefeito de Pedrinhas, José Alves, conhecido como “Zé de Bá“, também participou da reunião. Para ele, pensar em resíduos sólidos é mirar um meio ambiente livre de poluentes. “Nosso município fez o dever de casa. Fizemos uma associação e só está indo para o lixão aquilo que não é reciclado. A questão do meio ambiente é uma coisa que não se pode voltar atrás, apesar das dificuldades. É um tema muito importante e precisa ser visto com mais atenção”.
Consórcios
Os consórcios públicos de resíduos sólidos foram criados para reduzir os danos causados pelo descarte indevido desses resíduos ao meio ambiente, por meio do agrupamento dos municípios em regiões. Sua criação está respaldada na Política Nacional de Resíduos Sólidos, Lei de Saneamento Básico e na Lei de Consórcio Público, que viabilizaram a construção de um plano de regionalização para o Estado de Sergipe.
Esse plano prevê o fim dos lixões, a construção de 27 aterros sanitários, o acolhimento e a orientação dos catadores e a implantação da coleta seletiva nos municípios sergipanos.
Atualmente, Sergipe possui quatro consórcios: Baixo São Francisco, que é composto por 28 municípios; Agreste Sergipano, criado com 20 municípios; o Sul e Centro Sul sergipano, formado por 16 municípios; e Grande Aracaju, com a participação de oito municípios.
Fonte: Semarh

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