Semana Santa: cinco acidentes e uma morte nas rodovias sergipanas
CPRv: número de acidentes cai, mas prisões por embriaguez aumentam Cotidiano 28/03/2016 10h39Por Will Rodriguez
O feriado prolongado da Semana Santa 2016 terminou com uma redução no numero de ocorrências policiais nas rodovias estaduais de Sergipe. O balanço da Companhia de Polícia Rodoviária Estadual (CPRv), divulgado na manhã desta segunda-feira (28), aponta uma queda de acidentes, vítimas e mortes, em relação ao mesmo período do ano passado, no entanto, as infrações de trânsito, sobretudo o desrespeito à Lei Seca, aumentaram, o que demonstra, segundo a CPRv, que a imprudência no trânsito ainda predomina entre muitos condutores sergipanos.
A Operação Rodovias Seguras 2016, realizada entre a manhã da quinta-feira (23) e às 7h desta segunda, terminou com cinco acidentes, duas vitimas hospitalizadas e uma morte. “Infelizmente tivemos uma morte no começo da madrugada desta segunda, na região da cidade de Nossa Senhora das Dores, mas comparando com o ano passado houve redução”, afirma o comandante da CPRv, major Fábio Machado.
No feriadão, os policiais rodoviários confeccionaram 284 autos de infração e recolheram 51 veículos aos pátios do Detran. 13 animais foram apreendidos. Ainda de acordo com a CPRv, seis pessoas foram presas, enquanto no ano passado não ocorreram prisões e foram recolhidos 51 CRLV e 32 Carteiras de Habilitação.
Chama atenção da CPRv o aumento de prisões por embriaguez ao volante. Dos 152 condutores submetidos ao teste de alcoolemia, 26 foram autuados e 6 foram detidos. Já no ano passado não foram efetuadas prisões de motoristas flagrados ao volante sob efeito de álcool. "o maior número de prisões ocorreram na SE 100, região do Litoral Sul. Um caminhoneiro foi preso na cidade de Ribeirópolis, houve prisões de motociclistas, mas a maioria foi de condutores de carro de passeio", acrescenta o major Fábio.Para o comandante da CPRv, a redução de acidentes não aponta maior conscientização do motorista sergipano, fato comprovado pelo acréscimo de infrações da Lei Seca. “O condutor não está mais consciente, está mais fiscalizado, assim ele tende a cumprir as normas. O ideal seria que o condutor atingisse a consciência para obter a mudança comportamental, no entanto, o objetivo principal foi alcançado, a redução de acidentes”, observa Machado.

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