Sem conseguir atendimento, usuários do Detran realizam manifestação
Órgão diz que não tem como atender enquanto greve não acabar Cotidiano 07/07/2015 10h28Por Will Rodrigues e Elisângela Valença
A manhã desta terça-feira (7) foi de tumulto na sede do Departamento Estadual de Trânsito de Sergipe (Detran/SE), em Aracaju. Mesmo com a liminar da Justiça determinado o retorno ao trabalho, os servidores permanecem de braços cruzados há 13 dias e quem procurou o órgão não conseguiu atendimento. Os usuários bloquearam uma das vias da Avenida Rio de Janeiro, na zona Oeste da Capital. A fila de espera pelo atendimento começou a se forma na noite de ontem (6).
Com a greve o número de senhas distribuídas para vistoria foi reduzido para 30 e mesmo com a manutenção dos 30% do efetivo trabalhando, o órgão alega que o atendimento está suspenso. “Apenas quatro funcionários vieram trabalhar, mas a vistoria não está funcionando. Não tem como receber os carros, isso seria uma irresponsabilidade. Em outras unidades o atendimento também está quase nulo”, afirmou a assessora de comunicação do Detran/SE, a jornalista Rísia Rodrigues.
O motorista Everton Silva conta que o medo é ser multado por não conseguir realizar a vistoria para transferência de propriedade do veículo. “É a terceira vez que eu tento ser atendido e não vou conseguir. O prazo para vistoria vence dia 1º de agosto e se não realizar vou ter que pagar uma multa de R$ 124,00”, reclama.
Já Airton Júnior relata que essa é a segunda vez esta semana que procura o Detran, mas volta para casa sem conseguir realizar a vistoria. “Cheguei mais cedo e encontrei tudo fechado. Quem não pago o licenciamento é autuado, se for pego em uma Blitz. Eu preciso do carro para trabalhar, ou seja, falta bom senso”, lamenta.
Na tarde dessa segunda, o Sindicato dos Assistentes de Trânsito, Vistoriadores e Servidores do Detran/Se (Sindetran/Se) informou a F5 News que na próxima sexta-feira (10), a categoria terá uma nova assembleia, e se daqui pra lá a notificação sobre a ilegalidade tiver chegado, a decisão de continuar ou não estará nas mãos da maioria.
Fotos: Elisângela Valença/F5 News

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