Saúde identifica excesso de gastos com horas extras em SE
Secretário afirma que corte de “despesas desnecessárias” gerou uma economia de R$ 7 milhões ao Estado em três meses. Cotidiano 05/05/2017 16h21 - Atualizado em 05/05/2017 17h34Por F5 News
Uma auditoria interna da Secretaria de Estado da Saúde (SES) constatou uma série de gastos classificados como desnecessários em vários setores da pasta. O que mais chama atenção são as despesas com o pagamento de horas extras aos servidores no Hospital de Urgências de Sergipe (Huse).
De acordo com dados apresentados pela SES nesta sexta-feira (5), mensalmente cerca de R$ 1 milhão da folha de pagamento do Huse corresponde ao pagamento de horas extras. A situação se repete em toda a rede, gerando um gasto mensal de R$ 4 milhões. A secretaria adotou um sistema de biometria para equacionar o problema.
“Detectamos horas extras em faturamento, o que não é necessário e estamos provando que não é necessário porque é uma obrigação ética (dos profissionais) preencher os documentos médicos a contento. É um direito do paciente e uma segurança para o profissional”, disse o superintendente do Huse, Luís Eduardo Correa.
A SES também identificou descontrole referente aos valores das glosas (multas) contratuais e ainda com servidores que estão cedidos a outros órgãos ou municípios, mas são pagos pela pasta. “Tínhamos 755 servidores cedidos aos municípios com ônus para o Estado. Esses servidores vão retornar à SES ou o ônus será transferido às prefeituras”, informou o secretário Almeida Lima.Ainda conforme Almeida, a contenção de custos considerados supérfluos na Saúde do Estado já provocou uma economia da ordem de R$ 7 milhões aos cofres públicos.
Foto: Ricardo Pinho/SES

Falta de acesso à habitação persiste e desafia efetivação da cidadania
Testagem ocorre a partir das 8h, na área externa da UBS Carlos Hardmam.
Os contratos terão duração de até um ano, com possibilidade de prorrogação
Homem foi flagrado pelas câmeras de segurança do Ciosp levando uma porta
Secretária Mércia Feitosa lembra necessidade de reduzir ocupação de leitos

