Saúde ainda investiga 173 casos suspeitos de microcefalia em Sergipe
Cotidiano 26/02/2016 16h08Da Redação
O número de casos de bebês com microcefalia que nasceram em Sergipe aumentou para 192, segundo boletim divulgado na tarde desta sexta-feira (26) pela Secretaria da Saúde (SES). Destes casos, 11 já foram descartados, oito morreram e 173 seguem em investigação.
De acordo com a pasta, as notificações de recém-nascidos com suspeita da malformação relacionada ao vírus Zika, transmitido pelo mosquito Aedes aegypti, estão distribuídas em 48 municípios. “A região de Aracaju aparece com maior número de casos, 64, seguida pelas Regiões de N. S. do Socorro, Estância e Itabaiana com 35, 27, 25 número de casos acumulados respectivamente”.
Esta semana, cerca de 30 crianças com microcefalia participaram de um mutirão de atendimento no Centro de Especialidades Médicas da Criança e do Adolescente de Aracaju (Cemca) com pesquisadores da USP e da Sociedade Brasileira de Genética Médica.
A Saúde informou ainda que 796 amostras de casos suspeitos da febre do Zika foram coletadas no Estado. Dessas, 128 deram negativo e as demais ainda aguardam resultado. Desde a semana passada o Laboratório Central de Saúde Pública de Sergipe (Lacen) começou a realizar os exames para diagnosticar o Zika vírus, reduzindo o tempo resposta do exame de 60 para até 15 dias.
A microcefalia não é uma malformação nova, é sintoma de algum problema no organismo da gestante e do bebê, e pode ter diversas origens, como infecção por toxoplasmose, pelo citomegalovírus e agora ficou confirmado que também pelo vírus Zika. O uso de álcool e drogas durante a gravidez também pode levar a essa condição.

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