Samu paralisa atividades
Desrespeitando a Justiça, viaturas com defeitos não foram substituídas Cotidiano 26/04/2013 15h19Por Míriam Donald
Condutores do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) paralisaram suas atividades desde a manhã desta sexta-feira (26) em protesto ao não cumprimento do conserto das ambulâncias, já que, em outubro de 2012, o Ministério Público Estadual (MPE) concedeu 30 dias para que a administração do Samu consertasse algumas viaturas e problemas de refrigeração de ar, além da substituição das mais velhas, mas até o momento a situação permanece a mesma.
Segundo o presidente do Sindicato dos Condutores de Ambulância de Sergipe, Adilson Ferreira, além da medida judicial, houve outra audiência pública que determinou multa diária de R$ 10 mil, mas o Estado não vem cumprindo.
Diante a situação, há pouco mais de um mês, a categoria tentou que as seis ambulâncias da frota de Aracaju fossem substituídas uma a uma, mas Adilson afirma que só promessas foram feitas. “Nos sentimos enganados e por isso, ontem fiz um documento para administração do serviço informando que se a partir de hoje os veículos não começassem a substituir os veículos, iríamos paralisar”.
A categoria garante que situação pode ser amenizada, caso uma viatura seja trocada. “Estamos com as viaturas paradas até que chegue o primeiro veículo. Caso chegue, a frota volta a rodar e daremos um novo prazo para que seja substituída uma a uma, caso contrário paralisaremos novamente”, diz Adilson que também afirma que houve acordo para uma ambulância ser colocada uma hoje, outra na segunda e depois as outras.
Outras reclamações
Além do problema com a frota, a classe reclama das condições de trabalho. De acordo com Adilson, a base não tem condições de liberar descanso, os banheiros são insalubres, há falta de água mineral e, às vezes, de papel higiênico, sem contar com a insegurança, pois algumas equipes já foram agredidas em algumas regiões, a exemplo do bairro Santa Maria. “Esse problema o Estado deve começar a resolver, senão não terá outra forma de tomar atitudes como essa, que são extremas”, explica.

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