Professores recorrerão ao STF para que Estado devolva dias cortados
Cotidiano 16/07/2015 18h51

Da Redação

Os professores da rede estadual de Sergipe decidiram na tarde desta quinta-feira (16) que vão entrar com uma Ação no Supremo Tribunal Federal (STF) para tentar reaver os sete dias de pontos cortados da categoria, durante o período da greve, referente ao mês de maio.

No começo de julho o Governo do Estado decidiu que não iria cortar o ponto dos professores nos dias em que eles ficaram paralisados no mês de junho. Segundo o secretario de Estado da Comunicação, Sales Neto, seriam 19 dias cortados, mas, com a medida, os salários dos professores serão pagos no final deste mês na íntegra. F5 News já tinha adiantado que os docentes queriam o pagamento dos sete dias cortados.

O Sindicato dos Trabalhadores em Educação no Estado de Sergipe (Sintese) informou que os professores filiados, que estão na ativa, devem levar à sede do sindicato (Rua Campos, 107, Bairro São José – Aracaju), até segunda-feira (20), seus contracheques para dar entrada na ação, orientação válida apenas para os professores da ativa, uma vez que os aposentados não tiveram esse desconto.

Nesta quinta-feira, a categoria também deliberou outros atos e paralisações. Além disso, em assembleia anterior já ficou definido o boicote ao desfile de 7 de setembro.

- Dia 23/07 (quinta-feira): Ato contra a violência no ambiente escolar, com concentração às 15h, em frente à Escola Estadual Jornalista Paulo Costa, no bairro Bugio, em Aracaju;

- Dia 11/08 (terça-feira – Dia do Estudante): Paralisação e marcha com a participação de professores, estudantes e demais servidores públicos estaduais. Local e horário da concentração a ser definido;

- Ato na cidade de Monte Alegre, segundo o sindicato porque a Secretaria de Estado da Educação (SEED) vai entregar a prefeitura da cidade a administração da Escola Estadual José Inácio de Farias. A data e o horário serão posteriormente informados à categoria.

Greve

Os professores da rede estadual ficaram em greve por 32 dias, entre 18 de maio e 18 de junho, e chegaram a ocupar o Palácio dos Despachos, sede administrativa do Governo, numa tentativa de pressionar o governador Jackson Barreto (PMDB) para que ele atendesse às reivindicações. O movimento paredista foi considerado ilegal pelo desembargador José dos Anjos.

*Com informações do Sintese

Foto: Arquivo F5 News

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