Praça da Imprensa recebe areia asfáltica e outras serão analisadas
Aplicação foi feita no Castelo Branco, Atalaia e na Praça da Bandeira Cotidiano 16/12/2014 11h34Por Fernanda Araujo
A Praça da Imprensa, localizada no bairro 13 de Julho, zona sul de Aracaju (SE), já recebeu areia asfáltica na área de passeio, por cima das pedras portuguesas, e agora está sendo finalizada toda a parte de pintura. Assim como essa, a aplicação já foi realizada na Praça da Bandeira e nas do conjunto Castelo Branco e do bairro Atalaia.
A Praça da Bandeira (foto abaixo) foi uma das primeiras a ser coberta pela areia asfáltica, situação que gerou críti
cas e reclamações por alguns populares, que ficaram inconformados pela retirada das pedras. Alegaram que a medida havia ferido a estética da praça. A Prefeitura de Aracaju, por sua vez, explicou que buscou alinhar o piso, já que quem transitava pelo local, principalmente se fosse uma pessoa idosa, tinha que se equilibrar para não cair nos enormes buracos e rachaduras em toda a área. Assim, colocar areia asfáltica foi uma alternativa estudada por técnicos, segundo a Emurb explicou na época.Segundo o assessor de comunicação da Emurb, Ademar Queiroz, a areia asfáltica é diferente do asfalto colocado nas vias, que é composta por brita e é mais rígido. Além de ser uma aplicação muito mais rápida e manutenção barata, a areia é mais flexível e atende a todas as normas de acessibilidade com custo bem reduzido em relação ao concreto.
“Para fazer com concreto tem que contratar empresas, abrir licitação e tem a manutenção. Com a are
ia faz diretamente com nossa unidade operacional. O custo médio da prefeitura é em torno de 32 reais por metro quadrado. Para colocar pedras portuguesas, o custo é em torno de 140 reais o m²”, explica.Como resultado de que a aplicação está sendo bastante satisfatória, a Emurb recebeu solicitação da Associação de Portadores de Deficiência Motora para que a areia asfáltica seja aplicada também em outras praças. “Está sendo avaliada a possibilidade para fazer a manutenção, ainda não há nada definido, mas é possível que seja implantado em mais praças. Quem reclamou não foi usuário de praça, quem faz caminhada, é morador, que usa o transporte público e fica no ponto de ônibus, todos estão satisfeitos”.
Fotos: Fernanda Araujo/F5 News
Foto 3: arquivo F5 News/Tiffany Tavares
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