Polícias deflagram Movimento Polícia Legal
Categoria reclama que não há aumento salarial linear desde 2010 Cotidiano 24/02/2014 16h42Por Sílvio Oliveira
Os policiais militares e civis realizaram, na tarde desta segunda-feira (24) uma assembleia para definir a aprovação de uma greve por tempo indeterminado ou deflagrar o "Movimento Polícia Legal". Ficou decidido que a partir das 18h de hoje (segunda-feira) os policiais só irão exercer as atividades como manda estritamente a legislação em segurança.
Eles ouviram do deputado estadual Capitão Samuel (PSL) alguns exemplos de como serão feitas, no geral, às atividades durante o Movimento: “Se a viatura estiver com o pneu careca, não deve sair. Se se depararem com coletes vencidos, não irão utilizá-los. É até para segurança do próprio policial. Somente deverá exercer as atividades dentro da lei.”, destacou.
Capitão Samuel ainda explicou que por mais de dois anos o Governo de Sergipe não concedeu o aum
ento linear aos funcionários do Estado. “Vou sugerir na Assembleia trancar a pauta referente aos projetos do Estado enquanto o governo não conceda o aumento linear aos funcionários públicos”, afirmou.O presidente do Sindicato dos Policiais Civis, Antônio Moraes, explicou que outros estados, a exemplo do Ceará, Acre, Alagoas, também estão fazendo o mesmo movimento que Sergipe. Até porque, segundo ele, faltam equipamentos constantes, os policiais são obrigados a realizar operações com coletes vencidos, não há policiais suficientes para a escolta. “A segurança pública é uma piada de mau gosto”, declarou.
Pauta conjunta
Após a fala dos dirigentes sindicais realizada na praça Fausto Cardoso, centro de Aracaju, os policiais seguiram em direção à Assembleia Legislativa e tomaram as galerias.
É a primeira vez que as policiais Militar e Civil realizam uma assembleia em conjunto.
Para o Sargento Edgar Menezes, vice-presidente da Associação dos Militares do Estado de Sergipe (Amese), há uma pauta conjunta de toda a polícia, a exemplo da concessão do aumento linear, além das incorporações de gratificações e da Lei de Organização Básica da Polícia Militar e da Lei Orgânica da Polícia Civil. “Ainda acreditamos no governo, mas desde 2010 que estamos sem aumento linear”, afirmou.
Fotos: Sílvio Oliveira

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