Policial Civil é assassinado em Itabaianinha
Acusados de serem o autor e mandantes do crime são presos Cotidiano 11/12/2016 08h43 - Atualizado em 11/12/2016 09h15Por F5 News
O policial civil Sidnei Santos Soares, conhecido como Sidiney Pistolinha, foi assassinado na tarde deste sábado (10), enquanto estava em um bar no povoado Jardim, em Itabaianinha (SE).
De acordo com a polícia, o policial foi assassinado por elemento que chegou em uma moto e disparou tiros que o mataram no local.
Policiais civis do Complexo de Operações Policiais Especiais (Cope), comandados pelo delegado André Davi, se deslocaram para a região e, logo, prenderam os suspeitos com o apoio da equipe da Delegacia de Itabaianinha.
Durante a investigação, dois homens foram presos: Ronilson Batista de Souza, conhecido como Pilico, acusado de ser o autor dos disparos; e André Santos Dias, acusado de ser o mandante do crime.
Equipes do Grupamento Especial de Repressão e Busca da Polícia Civil (Gerb) e da Polícia Militar também participaram da operação. Segundo o delegado André Davi, o mandante pagou R$ 700 para que Pilico praticasse o crime, quantia apreendida pelo Cope. “O executor não sabia que Sidnei era policial e o mandante não relatou qual teria sido a motivação. As investigações continuam”, explicou.Além das prisões do mandante e o autor do crime, a polícia apreendeu a arma de fogo, o veículo utilizado na fuga, a balaclava e o casaco usados pelo autor dos disparos. Assim que aconteceu o homicídio, as equipes foram acionadas e seguiram para Itabaianinha.
Ronilson e André foram conduzidos para a Delegacia da cidade e prestaram depoimento . Já no início da madrugada, foram conduzidos para a sede do Cope, em Aracaju. Sidnei atuava em Propriá, mas já era conhecido em Itabaianinha. Ele foi identificado por André Santos Dias, o mandante, que contratou “Pilico” para praticar o homicídio. Este foi em casa, pegou a arma de fogo, uma balaclava, casaco e cometeu o homicídio.
Eles serão indiciados por homicídio doloso, quando há intenção de matar. Ainda, poderão ser enquadrados na Lei 13.142, que desde 2015 torna crime hediondo e qualificado o assassinato de policiais no exercício da função ou em decorrência dela.
Com informações da Secretaria de Segurança Pública

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