Policiais realizam protesto em frente ao Quartel do Comando Geral
PM/SE diz que nenhum policial militar foi preso Cotidiano 12/09/2016 14h11 - Atualizado em 12/09/2016 14h56Por F5 News
Dezenas de policiais militares realizaram um protesto no final da manhã desta segunda-feira (12), em frente ao Quartel do Comando Geral (QCG) da PM/SE. Com a manifestação, o trânsito foi bloqueado na Rua Itabaianinha, no Centro de Aracaju, causando um grande congestionamento em toda região. Segundo as primeiras informações o protesto foi contra a prisão de um sargento.
A confusão teria começado após alguns militares irem ao CQG, à paisana, entregar um ofício solicitando fardamento, que segundo os PMs não é substituído há dois anos. O soldado lotado no Batalhão de Polícia de Radiopatrulha (BPRp) identificado como Ângelo, estava filmando tudo com um celular e foi chamado na sala de um superior para se explicar, e neste momento teria recebido voz de prisão, o que desencadeou o protesto dos demais.
O advogado da Associação do Militares de Sergipe (Amese), Marlio Damasceno acompanhou a manifestação e pediu a presença da OAB.
F5 News procurou a assessoria de comunicação da PM que informou, por meio de nota, que efetuou apreensão administrativa do celular do soldado porque ele estava gravando a reunião sem permissão de um oficial superior.
"Os policiais, que alegavam não possuir uniformes para realizar o serviço ostensivo, apresentavam requerimento solicitando novas mudas de farda, quando um oficial da 4ª Seção suspeitou que a conversa estava sendo gravada, fato que causou estranheza àquele militar. Ao interpelar o praça sobre tal atitude, este negou a gravação, restando constatado que a conversa realmente estava sendo clandestinamente captada pelo celular. Diante da conduta reprovável, o oficial superior recolheu o aparelho, que foi administrativamente apreendido para a necessária apuração dos fatos", explica a nota.
Ainda segundo o documento, foi instauradoprocesso administrativo junto à Corregedoria Geral da PM "com a observação das garantias constitucionais de ampla defesa e contraditório, a fim de apurar eventuais responsabilidades disciplinares ou criminais", destaca nota, acrescentando que todas as providências foram adotadas na presença do advogado do militar interessado e de representantes da OAB.
Foto: Rede Social F5 Notícias

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