Polícia procura acusados pela morte de vigilante em Cedro de São João
Cotidiano 14/01/2016 11h26Por Will Rodrigues*
A Polícia Civil de Sergipe já elucidou o latrocínio (roubo com morte) que vitimou o vigilante Luiz da Silva, 69 anos, morto durante um assalto em um ponto Banese na cidade de Cedro de São João, distante 94 km de Aracaju, em novembro do ano passado. Um dos envolvidos já foi preso, mas a polícia ainda procura outros dois suspeitos de envolvimento no crime. Todos já possuem passagem pelo sistema prisional sergipano.
De acordo com o diretor do Cope, delegado Jonathas Evangelista, quase um mês depois do crime, Diego dos Santos Sousa, 21 anos (foto), conhecido como "Mago da Ferragem", foi preso e confessou que teve envolvimento com o delito. Quando foi detido, Diego portava uma quantidade de drogas e por isso foi autuado em flagrante por tráfico de entorpecentes.
"Ele foi preso no dia 2 de dezembro de 2015 e revelou a participação de mais dois envolvidos, Alexandre dos Anjos, vulgo "Gam Gam", 19, e o mandante do crime, o ex-presidiário Antônio Ricardo Nascimento Silva, 26. O suspeito confessou ainda que, se o crime tivesse ocorrido como planejado, já havia combinação com Ricardo para que outros roubos fossem cometidos", detalha Evangelista.
As investigações apontaram que Antônio Ricardo foi o mandante do crime e responsável por toda a logística. O ex-presidiário conseguiu o revólver calibre 38 e a motocicleta modelo Honda CG/150 utilizados na ação. Segundo a polícia, antes de praticar o assalto, Antônio teria passado pela frente do correspondente bancário para avaliar o local.
A Polícia apurou que Diego e Alexandre invadiram o estabelecimento. Durante a ação, o zelador foi abordado pelos ladrões, e tendo reagido ao assalto, foi alvejado pela dupla, não resistindo aos ferimentos. Após assassinar o vigilante, a dupla fugiu abandonando a moto nos fundos de um posto de combustível.
A Polícia agora trabalha para prender os outros dois suspeitos, Alexandre dos Anjos e Antônio Ricardo Nascimento Silva, e pede ajuda da população para denunciar anonimamente o paradeiro dos foragidos, por meio do Disque-denúncia, 181.
*Com informações da SSP/SE
Fotos: Divulgação SSP/SE

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