Polícia prende mais integrantes da quadrilha que agia em Frei Paulo
Cotidiano 11/03/2016 08h57Policiais civis da Delegacia de Frei Paulo prenderam, na tarde dessa quinta-feira (10), Eduardo dos Santos Oliveira, conhecido como 'Eduardo Neguinho', 33 anos, suspeito de participar de uma assalto a uma fazenda na última segunda-feira, no povoado Alagadiço, zona rural do município. Eduardo foi preso na delegacia quando achou que a motocicleta dele usada no crime seria devolvida.
Os outros dois envolvidos no crime são Claudionor Campos Alves, o “Caiu”, 35 anos, preso logo após o furto pela Polícia Militar, e José Roberto Cardoso de Oliveira Santos, conhecido como “Zé Roberto”, 30 anos. Claudionor foi preso na madrugada da última terça-feira, 8, pela Polícia Militar que agiu rápido e o prendeu na entrada da Fazenda quando ele aguardava os comparsas no interior de um Fiesta, que tinha um reboque acoplado.
Dentro do carro, além de algemas e cordas para amarrem os moradores, ficaram documentos em nome dos outros dois criminosos que fugiram com a chegada dos militares, “Eduardo Neguinho”, que foi preso nesta quarta-feira, e “Zé Roberto”, que é proprietário do reboque licenciado em 2016.
Durante a madrugada, os policiais civis estiveram em todos os endereços dos suspeitos e conseguiram recuperar na casa de Zé Roberto, 23 objetos furtados da fazenda no dia 13 de fevereiro deste ano, dentre eles: quatro televisores, ventiladores, batedeira, secador de cabelos, dentre outros; e na casa de “Eduardo Neguinho” foi apreendida a motocicleta preta utilizada para levantamentos prévios.
Segundo o delegado Leógenes Correia, os três suspeitos saiam de Aracaju durante a madrugada no veículo Fiesta, cor branca, placa IAN-1371, com uma carrocinha acoplada, praticavam os assaltos usando um revólver .38 e depois retornavam à Aracaju. “Eles usavam uma motocicleta preta de placa BVW-4391 pertencente a Eduardo Neguinho para fazer os levantamentos dos locais e das vítimas.”, explicou o delegado.
Depois da prisão de Claudionor, Eduardo preocupado com o cerco policial na casa dele e alegando medo de morrer num confronto se apresentou espontaneamente com um advogado, foi ouvido e liberado, mas se recusou a entregar o revólver. “Fazendo a análise jurídica do fato, vislumbramos os requisitos ensejadores da prisão preventiva, tendo em vista a forma como os investigados agiram, além da sua fuga logo após o crime, o que é motivo bastante para a decretação da prisão preventiva, por estar nitidamente preenchido os requisitos para assegurar a aplicação da lei penal e não prejudicar a investigação policial”, enfatizou Leogenes.
O terceiro suspeito, Zé Roberto, sentiu-se encorajado a comparecer à delegacia depois que o comparsa Eduardo não ficou preso. “Ocorre que no final da tarde desta desta quinta-feira, a Justiça já tinha expedido os mandados de prisão dos envolvidos, assim ele foi ouvido e ao final recebeu voz de prisão. Eles confessaram que já tinham sido feito, inclusive, levantamentos em outras fazendas nas cidades de Pinhão e Pedra Mole”.
Os suspeitos vão responder por furto qualificado por terem cometido o crime durante o repouso noturno, com destruição de obstáculos e em concurso de três pessoas, pelo porte ilegal de arma de fogo e associação criminosa armada, crimes que somados ultrapassam os 10 anos de prisão.

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