Polícia Militar comemora Dia da Mulher
Cotidiano 08/03/2013 11h05Por Elisângela Valença
Uma instituição eminentemente masculina e, como é feita de seres humanos, acabou permeada pelo machismo, dentro e fora dela. Mas a Polícia Militar de Sergipe (PM) vem mudando o olhar sobre a participação feminina na corporação. “É imprescindível a presença da mulher na Polícia Militar. A mulher é rigorosa, detalhista, enérgica. E ela é carinhosa, vaidosa, delicada, cuidadosa. E ela reforça nossa corporação no trato com o ser humano”, disse major Paulo Paiva, assessor de Comunicação da PM.
Hoje, 10% do efetivo é feminino, o que equivale a aproximadamente 400 mulheres. “Ainda é uma minoria, mas muito expressiva e importante para nossa corporação”, disse o major.
Uma dessas mulheres é a soldado Kátia Kristina (foto principal), que trabalha atualmente na Companhia de Polícia de Radiopatrulha (CPRp). Ela disse não ser difícil conciliar a feminilidade à força bruta inerente à atividade policial. “A mulher policial tem que ser séria, rígida, ríspida sempre que necessário, no combate à criminalidade”, disse Kátia. “Mas a gente mantém a feminilidade sempre, com a postura, com um brinco, maquiagem, com os cuidados. Nada difícil”, completou.
Outro exemplo é a tenente-coronel Rita de Cássia Silvestre (foto ao lado). Há 24 anos, ingressava na Polícia Militar por não poder entrar no Exército. “Quando a mulher passou a poder compor as Forças Armadas, eu já estava aqui e não quis mais sair”, explicou Rita.
Filha de militar, logo cedo percebeu o desejo de entrar no Exército, mas se diz muito feliz na PM. “A corporação evoluiu muito. Claro, temos coisas a melhorar, mas a mulher é bem-vinda, respeitada e tem espaço na PM sergipana”, disse a tenente-coronel.
As comemorações no quartel tiveram apresentação da banda da PM, com um repertório de Tim Maia, um workshop de automaquiagem e entrega de 40 coletes femininos à prova de balas.

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