Polícia investiga arrastão em emissora de rádio de Aracaju
Cotidiano 12/09/2016 06h48 - Atualizado em 12/09/2016 07h15Por Will Rodriguez
A Polícia Civil já está investigando a ação criminosa registrada na sede da emissora de rádio, 103 FM, em Aracaju, durante o último final de semana. Nenhum dos cinco suspeitos foi preso, mas as imagens do sistema de monitoramento eletrônico do prédio já foram recolhidas e devem ajudar na identificação dos responsáveis, segundo a Secretaria da Segurança Pública (SSP/SE).
Em nota, a SSP informou que a investigação será conduzida pela Coordenadoria de Polícia Civil da Capital (Copcal), que tem a direção do delegado André Baronto. Já a Polícia Militar deve reforçar o policiamento ostensivo no bairro Santo Antônio, zona norte da Capital, onde a emissora fica localizada.
“Os profissionais da 103 FM receberam, na tarde desse domingo, a visita do comandante da Polícia Militar, coronel Marcony Cabral, o delegado-geral da Polícia Civil, Alessandro Vieira, o diretor da Copcal, André Baronto, e o secretário de Comunicação do Estado, Sales Neto. Além da cortesia, a visita teve o intuito de que informações fossem colhidas in loco sobre o ocorrido, o que vai facilitar ainda o trabalho da SSP no caso”, destaca nota da SSP.
Ao vivo
Os cinco homens armados invadiram a emissora por volta das 18 horas do sábado (10). A locutora Lucema Santos estava apresentando um programa de entretenimento quando foi surpreendida pelos bandidos. No ar e aos prantos, a locutora tentou narrar o fato e pedir socorro.
Em nota, o Sindicato dos Radialistas de Sergipe manifestou repúdio e indignação à ação criminosa que classificou como covarde. Segundo o documento, desde 2011, o sindicato cobra maior investimento das empresas, na adequação de suas instalações internas e a adoção de uma política de segurança externa.
O Sindicato ainda afirma que vai cobrar ações efetivas da SSP e do Governo do Estado. “Estamos vivendo tempos difíceis em nosso estado, em especial na área da segurança pública e os radialistas e jornalistas estão expostos, pois não têm treinamento nem equipamentos de segurança. Não podemos cruzar os braços e esperar que uma tragédia ainda maior aconteça”, salienta Fernando Cabral, presidente do Sterts, em nota.

Falta de acesso à habitação persiste e desafia efetivação da cidadania
Testagem ocorre a partir das 8h, na área externa da UBS Carlos Hardmam.
Os contratos terão duração de até um ano, com possibilidade de prorrogação
Homem foi flagrado pelas câmeras de segurança do Ciosp levando uma porta
Secretária Mércia Feitosa lembra necessidade de reduzir ocupação de leitos
