Pellings químicos eliminam manchas e linhas de expressão
Cotidiano 01/07/2013 19h37
O inverno é a época mais propícia para buscar tratamentos que reparem os danos causados pelo sol na pele, principalmente para quem abusou das praias sem se proteger dos raios UVA e UVB. Entre os mais procurados estão os peeling químicos, que têm o poder de remover manchas e linhas de expressão, rejuvenescendo a pele.
As intensidades e os efeitos variam de tratamento para tratamento. Esse processo, que só deve ser feitos por médicos especialistas na área, utiliza substâncias como os ácidos retinóico, glicólico ou salicílico. A concentração delas no produto é o que torna o peeling mais ou menos agressivo.
Objetivo
Todos os tratamentos possuem um “efeito colateral”, que é necessário para que o objetivo seja atingido. O peeling leve remove a camada superficial, causando uma leve descamação na pele para que uma nova nasça. Dessa forma, ela passa a ter um aspecto limpo, com brilho e aparência saudável. “Algumas manchas, até mesmo as causadas por espinhas, somem, pois os produtos possuem uma função clareadora. Dependendo da pele do paciente, até mesmo finas linhas de expressão são eliminadas”, contou Amanda Fontes, médica especialista em medicina estética.
É preciso ter cuidado com os procedimentos pós-tratamento, por a pele fica muito sensível e ressecada. Segundo Amanda, que atende na Clínica Fisiocorpus, o uso do protetor solar é indispensável, pois a exposição desprotegida pode gerar novas manchas e tornar o problema ainda mais grave.
Quando maior a quantidade de rugas, linhas de expressão e manchas, maior será a intensidade do peeling e seus efeitos. “Nos casos mais avançados, o paciente poderá ter que passar algum tempo em casa, cuidando da pele, trocando curativos e tomando todas as medidas para que a regeneração ocorra tranquilamente. O período pós procedimento é complicado, mas o resultado é surpreendente”, explicou a médica.
Uma única aplicação pode não ser o suficiente para obter um resultado satisfatório, por isso o paciente pode ter que voltar com intervalos de 20 a 30 dias, nos casos mais leves, para uma nova aplicação.

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