PCCV: Votação acontece nesta sexta-feira na Alese
Cotidiano 03/04/2014 17h50Da Redação
Depois de receber com pouco tempo de análise a proposta do Plano de Cargos, Carreiras e Vencimentos (PCCV) da Saúde, a diretoria do Sintasa apresentou o documento à categoria e, mesmo alegando ter poucas opções para mudar o cenário, os servidores aceitaram a proposta, mas com divergências para que sejam ajustadas. A decisão foi tomada nessa quarta-feira, 02, durante assembleia geral na sede do sindicato.
A condição dos servidores para a aprovação foi de criar uma comissão permanente para o ajustamento durante os próximos meses do PCCV, uma vez que não há tempo suficiente para analisar cada item para que seja ajustado até o dia 8 de abril, data limite para que o plano de carreiras seja divulgado no Diário Oficial, a fim de obedecer a lei eleitoral.
Segundo o presidente do Sindicato dos Trabalhadores na Área de Saúde do Estado de Sergipe (Sintasa) Augusto Couto, um dos pontos mais críticos é o artigo 30, que reza que a implantação do PCCV só ocorrerá quando o governo sair do limite estabelecido pela Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). “Queremos que o governo estipule uma data de implantação, para um planejamento”, disse. Augusto Couto revelou ainda que os servidores da Fundação Hospitalar de Saúde entrarão em greve a partir das 7h desta sexta-feira, 04.
Já o presidente do Sindicato dos Trabalhadores nos Serviços Públicos do Estado de Sergipe (Sintrase), Waldir Rodrigues, informou que na tarde desta quinta-feira, 03, aconteceu reunião das comissões dos parlamentares e só na manhã desta sexta-feira, 04, haverá a votação do PCCV na Assembleia Legislativa de Sergipe. “Esperamos que o PCCV seja aprovado para o bem dos servidores. Agora é aguardar”, afirmou.

Falta de acesso à habitação persiste e desafia efetivação da cidadania
Testagem ocorre a partir das 8h, na área externa da UBS Carlos Hardmam.
Os contratos terão duração de até um ano, com possibilidade de prorrogação
Homem foi flagrado pelas câmeras de segurança do Ciosp levando uma porta
Secretária Mércia Feitosa lembra necessidade de reduzir ocupação de leitos
