Paralisação dos trabalhadores da Petrobras não afeta produção em Sergipe
Cotidiano 26/12/2016 15h35 - Atualizado em 27/12/2016 08h05Por Nathália Passos
Trabalhadores da Petrobras iniciaram paralisação nesta segunda-feira (26) em Sergipe. De acordo com o Sindicato dos Petroleiros (Sindipetro), desde o mês de setembro eles vinham tentando negociar um aumento salarial, foram feitas quatro propostas, todas abaixo do que a categoria procura.
A greve, segundo o diretor da Sindipetro, Bruno Dantas, está sendo a última arma utilizada em busca de uma melhoria salarial, tanto que nesta segunda (26) às 19 horas, acontecerá na sede do sindicato, na Rua Siriri, uma assembleia para discutir o movimento, analisar que medidas serão tomadas e se haverá de fato o reajuste proposto.
Existem cerca de 1500 trabalhadores da estatal no estado. Segundo o diretor da Sindipetro, Bruno Dantas, mesmo em greve, a produção não está sendo afetada.
“Está funcionando tudo normalmente, porém, caso não haja um acordo, a próxima medida a ser efetuada, será uma greve geral, paralisando toda a produção do estado”, avisa.
A Petrobras publicou, em sua intranet, texto em que comunica que protocolou pedido de conciliação no Tribunal Superior do Trabalho (TST) “diante da dificuldade nas negociações”.
Segundo a empresa, foram realizadas quatro reuniões e apresentadas quatro propostas junto aos sindicatos, “todas com avanços que buscaram atender às demandas apresentadas pelos sindicatos dentro das limitações financeiras da Petrobras”.
Como não conseguiu chegar a um acordo e recebeu o indicativo de greve, a empresa optou pelo pedido de conciliação na Justiça. Em seu comunicado, a Petrobras defende que sua proposta de reajuste salarial é justa diante das atuais restrições financeiras da companhia.

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