Obras do Centro de Convenções de Sergipe voltam a ser paralisadas
Cotidiano 10/05/2017 13h22 - Atualizado em 10/05/2017 15h12Por Fernanda Araujo e Will Rodriguez
A obra do Centro de Convenções de Sergipe (CCS), na Avenida Tancredo Neves, em Aracaju, voltou a ser paralisada. A previsão inicial era de que a reforma do espaço fosse concluída no primeiro semestre deste ano, mas por conta da paralisação do ano passado, um novo prazo foi fixado para o começo de 2018. Entretanto, quem passa pelo local, percebe que os serviços estão parados.
O Estado alega que houve muitos atrasos nos repasses de recursos do Governo Federal, o que causou atraso nas obras. Agora, a empresa responsável pela obra teria interrompido o serviço e o governo tenta negociar a retomada, senão terá que haver uma nova licitação.
F5 News procurou a Secretaria de Infraestrutura (Seinfra), responsável pela execução da obra, mas segundo a assessoria de comunicação a obra pertence à Secretaria de Turismo, em convênio com o Ministério do Turismo, e por isso não poderia falar sobre o assunto.
F5 News entrou em contato com a Secretaria de Turismo que informou, no entanto, que é a Seinfra quem fiscaliza o andamento da obra, faz a licitação, acompanha e assina emissão da nota da empresa que atesta o andamento do serviço e, portanto, quem deve falar se a obra está parada ou não; sendo o Turismo responsável somente pelo pagamento das faturas.A Setur disse ainda que não foi notificada da paralisação dos serviços e que não existe pagamento em atraso, tendo verba para finalizar a obra.
Em dezembro de 2016, o ministro do Turismo (MT), Marx Beltrão, veio a Sergipe para visitar algumas obras do Estado, entre elas a do Centro, e garantiu o envio de recursos para finalizar as obras no prazo.
O contrato foi assinado em 2013. De lá pra cá, a obra chegou a paralisar devido ao atraso do Governo Federal, mas foi retomada no ano passado após a liberação de R$ 1,8 milhão. De acordo com o secretário de Infraestrutura Valmor Barbosa informou , à época, foi repassado um total de R$ 4 milhões, faltando mais R$ 16 milhões para conclusão.
Fotos: Fernanda Araujo/F5 News

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