Mundo jurídico prestigia lançamento do livro de Artur Deda
Cotidiano 21/05/2015 15h41O clima foi de descontração no lançamento do livro Aconteceu em Santanápolis, do Desembargador aposentado Artur Oscar de Oliveira Deda, nesta quarta-feira (19), no Museu da Gente Sergipana. Magistrados, promotores, autoridades do cenário político e amigos prestigiaram a nova obra do magistrado que ocupa a 28ª cadeira da Academia Sergipana de Letras.
O romance tem a fictícia cidade de Santanápolis como cenário de uma estória dividida em três partes, sendo a primeira delas sobre a “Morte do Boêmio”, a segunda, “Meses Depois”, e a terceira, a “Visita do Professor à Cidade”. Apesar da ficção, o autor diz que a obra tem uma base na realidade social e na cidade onde nasceu. “Eu não diria que é Simão Dias porque os fatos são fictícios, é uma cidade imaginária mas existe uma harmonia entre realidade e ficção”, explicou Deda.
O Desembargador Edson Ulisses ressaltou a experiência jurídica de Artur Deda, que é conhecido como grande civilista e doutrinador do Direito Civil e da Família, para falar do novo lançamento. "Ele está transferindo sua genialidade da área jurídica para prosa. Com muito talento, ele se reporta a sua cidade natal. A expectativa é de uma obra interessante, de uma leitura fácil, porque ele escreve bem, que vai agradar a todos”, disse o magistrado.
O livro conta com prefácio do jornalista Luiz Eduardo Costa e com orelha escrita pelo professor José Alfeu do Nascimento. Em sua trajetória, pelas letras publicou artigos e ensaios em revistas jurídicas especializadas e escreveu obras como “A reparação dos Danos Morais”, “Alienação Fiduciária em Garantia” e “A Prova no Processo Civil”. Em 2012, ele havia lançado Histórias de Vários Tempos – fatos e pessoas, uma reunião de 80 crônicas.
Artur Oscar de Oliveira Deda
Artur Deda formou-se em Direito pela Faculdade de Direito de Sergipe, da qual também foi professor. Na carreira jurídica, atuou como Promotor Público Substituto na Comarca de Aquidabã; Juiz de Direito das Comarcas de Riachão do Dantas (1961), Maruim (1964), Estância (1968) e da 3ª Vara Cível da Comarca de Aracaju; e Desembargador do Tribunal de Justiça do Estado de Sergipe (TJ/SE), onde ocupou o cargo de Corregedor Geral da Justiça (1977/79), Presidente do TJ/SE (1979-81) e do Tribunal Regional Eleitoral de Sergipe (1984/85), e de primeiro Diretor da Escola Superior da Magistratura do Estado de Sergipe. Aposentou-se em 2002.

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