MPE e Vigilância Sanitária fazem vistoria na Ceasa
Cotidiano 20/05/2015 11h41Por Elisângela Valença
Na manhã des quarta-feira (20), a Vigilância Sanitária de Aracaju e o Ministério Público Estadual fizeram uma vistoria na Central de Abastecimento de Sergipe (Ceasa). Eles foram checar se as alterações e os ajustes pontuados em reuniões anteriores haviam sido feitos.
“Este inquérito civil existe há mais de um ano. Estamos no monitoramento, na fiscalização com os órgãos técnicos. Viemos aqui para fazer o fechamento do inquérito e saber se as melhorias solicitadas foram feitas e se existem outras pendências”, informa a promotora dos Direitos do Consumidor, Euza Missano.
Segundo o coordenador da Vigilância Sanitária de Aracaju, Ávio Brito, em fiscalizações anteriores, a situação na Ceasa era deplorável. “Bancas de madeiras já podres, banheiros sem condições de uso, excesso de lixo. Era terrível”, diz o coordenador.
De acordo com Edson Silva, presidente da Associação de Usuários da Ceasa de Aracaju (ASSUCEAJU), tudo que foi demandado, foi cumprido. “Fizemos tudo. Consertamos banheiros, ajustamos a coleta de lixo, arrumamos as bancas. E agora temos trabalhado a parte educacional, para que todos mantenham limpo como se deve”, garante o presidente.
Circulando pelo local, ainda era possível encontrar algumas ações incorretas, como carnes expostas no balcão, fora do refrigerador. O feirante Antonio Valter de Jesus, que trabalha na Ceasa há 22 anos, foi chamado atenção pela Vigilância Sanitária, mas recebeu a advertência de bom grado. “A gente tem que se adequar. Espero que o consumidor tenha consciência de que estamos zelando pela saúde dele também”, disse o feirante, se referindo à velha mania dos consumidores de tocar a carne ‘pra ver se tá molinha’.
“Nós vamos agora para a questão da cessão desse espaço, que é administrado pela Cohidro [Companhia de Desenvolvimento de Recursos Hídricos e de Irrigação de Sergipe], qual o instrumento jurídico para que estas empresas estejam aqui. Na Ceasa, não tem apenas feirante, temos verdadeiros estabelecimentos comerciais numa área pública. Tudo isso vai ser discutido com os responsáveis”, pontuou a promotora Euza Missano.

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