Marco Feliciano alega ser vítima de perseguição
Cotidiano 30/04/2013 09h32Por Marcio Rocha
O deputado federal Marco Feliciano (PSC/SP) reafirmou sua posição contrária à união entre pessoas do mesmo sexo, durante entrevista ao programa Sergipe em Evidência, das Rádios Atalaia AM e Cidade de Simão Dias, quando questionado o porquê de seu alinhamento contrário aos movimentos ligados à defesa de causas dos homossexuais.
Segundo Feliciano, a união entre pessoas do mesmo sexo, além de imoral, vai de encontro aos princípios divinos, pois a união entre pessoas teria sido instituída para sexos opostos, com a finalidade de formulação da família. Feliciano destacou que "é importante garantir o que foi determinado por Deus".
A respeito dos movimentos LGBT pressionarem o parlamentar pela sua saída da presidência da comissão de Direitos Humanos da Câmara Federal, Feliciano disse acreditar que toda a organização do movimento LGBT é orquestrada na intenção de perseguir os cristãos que defendem a formação familiar heterossexual do povo brasileiro. O presidente da comissão disse que os movimentos em favor da causa homossexual receberam 11 milhões de reais no ano passado por parte do Governo Federal. Segundo Feliciano, o interesse é tumultuar e executar perseguição contra os cristãos, única e exclusivamente.
O deputado acusou a senadora por São Paulo e ministra da Cultura, Marta Suplicy, de estimular a perseguição contra ele, como presidente da comissão.
Marco Feliciano afirmou durante a entrevista para o radialista Flávio Vieira, que nenhum deputado pediu que ele deixasse a presidência da comissão. Segundo ele, deputados afirmaram ter feito o pedido, mas nenhum deles se pronunciou diretamente ou encaminhou pedido solicitando sua renúncia ao cargo.
A respeito da maioridade penal, o deputado presidente da comissão de Direitos Humanos da Câmara Federal afirmou que apóia a redução. De acordo com Feliciano, os menores estão chefiando quadrilhas e praticando crimes hediondos contra a vida humana. Também valorizou a orientação do líder do PSC na Câmara Federal, deputado André Moura, que defende a redução da idade para aplicação de penas em adolescentes que pratiquem crimes. Para justificar seu posicionamento, Marco Feliciano disse que é contra qualquer tipo de violência à vida humana e que o criminoso, mesmo menor de idade, deve ser responsabilizado.
Segundo Marco Feliciano, a população brasileira está ao seu lado na luta pela defesa dos valores morais do país. Para o deputado, defender a família é importante para o crescimento da sociedade. O parlamentar paulista também destacou que a mídia está trabalhando uma campanha de erotização da juventude.
Marco Feliciano informou que a perseguição aplicada contra ele é uma maneira de disfarçar a manutenção dos mandatos dos deputados José Genoíno e outros que foram ligados ao escândalo do mensalão, lembrando que eles estão na comissão de Constituição e Justiça, considerada a mais importante da casa legislativa nacional.

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