Mais Médicos: 208 profissionais atuam em municípios sergipanos
Cotidiano 14/03/2017 10h17Desde 2013 o Programa “Mais Médicos” tem auxiliado no atendimento básico da saúde nos municípios sergipanos. O programa é uma ação conjunta do Governo Federal, dos Estados e dos Municípios para melhorar o acesso dos usuários ao Sistema Único de Saúde (SUS).
Até o momento 208 profissionais atuam em Sergipe nas áreas de atenção básica que vão desde a criança até o idoso. Os médicos ainda desenvolvem atividades em campos especializados da medicina, como ginecologia, obstetrícia e geriatria, além de incentivar a prevenção de doenças como hipertensão e diabetes. No estado, os municípios com maior número de médicos do programa são: Aracaju e Nossa Senhora do Socorro, que contam com 15 médicos cada uma, Capela, com 14 profissionais e Lagarto, onde atuam 11 médicos.
De acordo com Monalisa Fonseca, da coordenação de Atenção Básica da Secretaria de Estado da Saúde (SES), com o programa os usuários do SUS passam a ter um atendimento mais amplo. “Os médicos atendem não só nas Unidades Básicas, mas visitam os pacientes em suas casas e auxiliam em campanhas educativas. Hoje, eles suprem uma grande demanda que tínhamos na saúde pública”, ressalta.
A coordenadora explica também que segundo as diretrizes do Ministério da Saúde, cada médico passa em média três anos no município. “Nós entendemos que este tempo é necessário para que cada profissional possa se ambientar da melhor maneira possível no local. Assim, ele vai construir um vínculo com a comunidade que o auxiliará a desenvolver um trabalho de excelência”, disse.
Para que o município receba o programa o Ministério da Saúde, em parceria com a SES, elabora um estudo para avaliar quais as localidades com maior demanda. “A distribuição dos profissionais é feita através de um levantamento que dura em média quatro meses. Após esse período, é lançado um edital para convocação dos médicos”, disse.
Quando chegam ao país os médicos passam por um período de adaptação com aulas de Português e aulas sobre o SUS, nas quais os profissionais são avaliados sobre a capacidade de exercer a função nos municípios. Somente após este período é que eles são liberados pelo Ministério da Saúde para atuar nas Unidades Básicas de Saúde.
Fonte: Ascom SES

Falta de acesso à habitação persiste e desafia efetivação da cidadania
Testagem ocorre a partir das 8h, na área externa da UBS Carlos Hardmam.
Os contratos terão duração de até um ano, com possibilidade de prorrogação
Homem foi flagrado pelas câmeras de segurança do Ciosp levando uma porta
Secretária Mércia Feitosa lembra necessidade de reduzir ocupação de leitos
