Lojistas sorteiam carro e caminhões de prêmios para atrair consumidores
Liquidaju espera movimentar R$ 70 milhões em vendas Cotidiano 03/03/2016 14h48Por Will Rodrigues
Em tempos de crise econômica, os empresários estão abusando da criatividade para atrair compradores e esses também estão sempre em buscar de preços mais em conta. Os lojistas de Aracaju começaram nesta quinta-feira (3) uma ação que promete deixar todo mundo no lucro. O Liquidaju esta oferecendo descontos e ainda vai sortear prêmios, em troca, espera alavancar as vendas. A promoção acontece até o dia 13 deste mês.
No dia 18 de março acontece o sorteio do Eco Sport zero km e cinco caminhões de prêmios. A cada R$ 25 reais em compras o consumidor terá direito a um cupom; se ele comprar no cartão através das máquinas da REDE, ganha cupom dobrado. Podem participar da promoção lojas do centro de Aracaju, dos bairros Siqueira Campos e 13 de Julho, e ainda nos shoppings da capital, no homecenter Ferreira Costa, no Mistão e nos supermercados G Barbosa.
O presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL), Breno Barreto, explica que a promoção é uma alternativa para incentivar o comércio a enfrentar o cenário econômico adverso, que tem sofrido com queda nas vendas e demissões. “Cada lojista pode oferecer o percentual de desconto que quiser e nós esperamos movimentar cerca de R$ 70 milhões em vendas durante os dias da campanha”, destaca, acrescentando que os vendedores dos consumidores sorteados também serão premiados. Otimista, o empresário Elisson Bomfim acredita que a ação vai aquecer as vendas e ajudar na reação do setor à recessão. “O comércio vem sentindo os efeitos da crise econômica e política, mas esse evento vai fomentar o setor, gerando renda e emprego Talvez não cresça tanto, mas pior não vai ficar”, aposta.Para o superintendente da Fecomércio Sergipe, Alexandre Wendel, esse é o caminho para retomada do crescimento. Na ótica do especialista, o Governo também tem um papel fundamental na criação de um ambiente de negócios favorável ao mercado sergipano, sobretudo para os setores de serviços e comércio, que segundo ele, trazem um retorno mais rápido.
“O que se percebe é falta de tempo do governo para discutir políticas públicas que possam aumentar emprego e renda do nosso povo. Ele está aberto a dialogar, começando o diálogo que poderia ter começado no ano passado porque já se sabia da crise. Tardio ou não, já começou a conversa, o que é favorável, o importante é ter frequência”, observa Wendel.
Fotos: Will Rodrigues/F5 News

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