Investigações sobre homicídios no HUSE estão adiantadas, diz delegado
Cotidiano 30/04/2012 16h21Por Adriana Meneses
Após o episódio que aconteceu no Hospital de Urgência de Sergipe na última sexta-feira (27), quando um tenente da Polícia Militar, identificado como Genilson Alves de Souza, foi acusado de invadir a casa de saúde e assassinar três pessoas, as investigações estão caminhado de forma acelerada, segundo o coordenador da Polícia Civil da Capital (Copcal), delegado Flávio Albuquerque (foto).
De acordo com Flávio, quatro pessoas já estão presas acusadas de participar do crime. O agente penitenciário Ralf Monteiro, o soldado PM Jean Souza, tenente da PM, Genilson Alves de Souza,e Ginaldo Alves de Souza, irmão dos militares. Eles já foram ouvidos pela coordenadora do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa, Tereza Simony, que irá conduzir o inquérito policial.
Ainda de acordo com Flávio, estão sob poder da polícia para avaliação e perícia, três armas de fogo que estavam de posse do Tenente Genilson, do soldado Jean e do agente penitenciário Ralf, que após o exame de balística vai apontar de qual arma saiu os disparos que acabou tirando a vida das três vítimas.
O coordenador explicou ainda que para dar sequência às investigações e dar uma resposta mais breve à sociedade, apresentando os verdadeiros culpados dos homicídios a polícia tem trabalhado intensamente. “Já foram ouvidas mais de 15 pessoas nesse caso entre os acusados, e testemunhas como funcionários e pacientes do hospital. O trabalho está bem avançado inclusive já é possível ser visto com as prisões dos suspeitos”.
Além do resultado do exame de balística, a polícia espera também a liberação dos laudos cadavéricos das vítimas, e assim finalizar o inquérito.
Foto: SSP

Falta de acesso à habitação persiste e desafia efetivação da cidadania
Testagem ocorre a partir das 8h, na área externa da UBS Carlos Hardmam.
Os contratos terão duração de até um ano, com possibilidade de prorrogação
Homem foi flagrado pelas câmeras de segurança do Ciosp levando uma porta
Secretária Mércia Feitosa lembra necessidade de reduzir ocupação de leitos
