Intocáveis: três presos acusados de tráfico e um morto no médio sertão
Cotidiano 28/06/2016 19h23Da Redação
Três pessoas presas e um morto, esse foi o balanço apresentado, na tarde desta terça-feira (28), pela Secretaria da Segurança Pública (SSP/SE), da operação Intocáveis, realizada nessa segunda-feira (27) e terça, no município de Nossa Senhora das Dores, no médio sertão de Sergipe.
Os suspeitos são apontados como integrantes de uma quadrilha de tráfico de drogas. Estão presos: o líder da associação criminosa, Emílio Garção de Jesus, 30 anos; Elenilton dos Santos Souza, 43; e José Claudia Ramiro, 35. Na ação, Cleoni Correia dos Santos, conhecido como "Aleijado" resistiu à prisão e morreu em confronto com a polícia.
A operação é resultado de uma investigação iniciada pela Polícia Civil há quatro meses após denúncias anônimas. O nome "Os intocáveis" foi dado devido ao grupo transitar entre as camadas de classe social mais alta da localidade, vendendo cocaína, droga com maior preço de venda. Foram apreendidos além de drogas, três armas de fogo e alta quantia em dinheiro.
Segundo a delegada do Denarc, Nalile Castro, "Binha" como é conhecido Emílio, foi preso na primeira etapa da operação. "Ele foi detido no município de Siriri quando se deslocava para Dores. Fomos cumprir o mandado de busca e apreensão na residência dele e apreendemos 7 trouxas de maconha, 73 pinos contendo cocaína, 500 gramas de cocaína, 24 caixas de sulfato de magnésio (material utilizado para misturar na cocaína), uma balança de precisão, além da quantia de R$5.400,00 em dinheiro e R$ 18.000,00 em cheque", detalha.Já na segunda fase da operação os demais integrantes foram presos em flagrante pelo crime de porte ilegal de arma de fogo, também suspeitos de pertencer à associação criminosa. Durante abordagem às residências foram localizadas duas armas de fogo e 27 munições.
O delegado da Regional do Médio sertão, Fábio Santana destacou a participação de cada um. “As investigações apontaram "Fifio" como braço armado do grupo e que emprestava o armamento para que outras pessoas pudessem cometer crimes na localidade, no cumprimento do mandado de apreensão foi encontrada a arma; já Claudia é companheira de um ex-presidiário, alvo das investigações, mas esse estava ausente e ela assumiu a propriedade da arma", afirma.
*Com SSP/SE
Fotos: SSP/SE

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