Hospital Universitário retoma procedimento de histeroscopia diagnóstica
Cotidiano 07/10/2015 16h45O Hospital Universitário da Universidade Federal de Sergipe (HU-UFS) retomou o procedimento de histeroscopia diagnóstica. Após algum tempo sem realizar o serviço, que permite a visualização do útero por dentro, o HU-UFS pretende fazer agora uma média de 15 exames por mês. A primeira paciente, beneficiada pelo resgate do serviço, fez a histeroscopia diagnóstica nesta terça-feira (6).
O exame foi realizado no Centro Cirúrgico do HU-UFS, conforme relata o enfermeiro Diogo Almeida, chefe da Unidade de Cirurgia do hospital. “Esse é um procedimento que busca alterações no colo do útero. O material colhido passa por biópsia, é encaminhado para a Patologia do próprio HU e, a partir do resultado, define-se a conduta que será tomada”, informou Diogo.
“O procedimento é simples, dura de dez a 15 minutos, e a nossa expectativa é que sejam feitos cerca de 15 exames por mês”, complementou o enfermeiro.
De acordo com a médica ginecologista e obstetra Daniela Prado, que realizou o processo, o exame observa a cavidade uterina, o canal cervical e a vagina. “É um exame para diagnóstico de alterações intrauterinas, como pólipos e sangramentos. Além disso, pelo fato de o HU ser um hospital escola, essa acaba sendo mais uma ferramenta de diagnóstico muito importante para o ensino”, pontuou.
Histeroscopia
As pacientes que passam pelo procedimento são encaminhadas ao Hospital Universitário pelo Núcleo de Controle, Avaliação, Auditoria e Regulação (Nucaar), setor da Saúde de Aracaju. A histeroscopia diagnóstica é fundamental quando o assunto é pólipo endometrial, mioma uterino e câncer de endométrio, doenças que acometem muitas mulheres.
Os pólipos são lesões que podem ser precursoras do câncer de endométrio. Já os miomas são responsáveis por provocar hemorragias e dificuldade para engravidar, acometendo até 25% das mulheres em idade fértil. A maior parte das histeroscopias é realizada em pacientes com suspeita de doenças dentro do útero e que já passaram da menopausa, uma vez que nessa faixa etária os pólipos são mais comuns. Não há necessidade de internação.
Fonte: Assessoria de Comunicação

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