Homem diz que matou diácono a facadas porque ele ofendeu sua namorada
O crime aconteceu no último dia 15 de junho em Itaporanga Cotidiano 10/07/2015 10h29Por Will Rodrigues e Fernanda Araujo
A Polícia Civil apresentou na manhã desta sexta-feira (10) os detalhes da prisão de Clenilson Silva Santos, 26 anos, conhecido como Thor, acusado pelo assassinato do diácono Lenaldo de Jesus, 65 anos. O homem foi morto a facadas no último dia 15 de junho, no povoado Rio Fundo da Cachoeira, na cidade de Itaporanga D’Ajuda, distante 29 km de Aracaju.
Nessa quinta-feira (8), o suspeito foi localizado na Rua João Paulo II, do bairro Fernandes, no município de Propriá, região do Baixo São Francisco, onde ficou escondido por 20 dias. “Encontramos ele dentro de um baú de roupas na casa de sua mãe. Ele admite que praticou o crime”, afirmou o delegado Fábio Santana.
O crime teria sido praticado após uma discussão entre Clenilson e Lenaldo porque dois dias antes, o rapaz e sua namorada teriam invadido a residência da vítima para furtar frutas.
“Ele alega que no momento em que foi pegar as frutas, seu Lenaldo teria xingado a companheira dele de rapariga. Então, ele foi tomar satisfações e seu Lenaldo, que estava com um facão, partiu para cima dele, mas ele tomou a arma e ceifou a vida da vítima. Entretanto, alguns fatos não são condizentes com as provas que estão no inquérito”, detalhou Santana.As investigações conduzidas pela delegada Mariana Amorim apontaram que o diácono estava no sítio acompanhado pela esposa, Maria Elizabeth dos Santos de Jesus e Clenilson chegou ao local e disse que morava naquela região e estava procurando emprego. Elizabeth foi terminar o almoço e deixou o esposo conversando com o rapaz. Instantes depois, ela ouviu algumas pancadas e presenciou o marido tentando fugir, mas ele faleceu no quintal da propriedade.
Clenilson possui passagem pela polícia. Ele já respondeu um processo pelo crime de roubo, mas foi absolvido. Contudo, ainda responde a outro processo por violência domestica. O inquérito deve ser concluído pela delegada Mariana Amorim em até 10 dias. O preso foi reconhecido pela mulher da vítima e está à disposição da Justiça.
Fotos: Fernanda Araujo/F5 News

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