Henri Clay é eleito presidente da OAB Sergipe pela terceira vez
Cotidiano 27/11/2015 19h12Da Redação
Com 105 votos de diferença, Henri Clay Andrade conseguiu a vitória que lhe dará o direito de presidir a Ordem dos Advogados do Brasil, seccional Sergipe (OAB/SE). Com 46 anos de idade, o advogado conseguiu derrotar a advogada Rose Morais – que até o início deste ano fazia parte de seu grupo - que ficou em segundo lugar e Emanuel Cacho, o terceiro colocado. Este será o terceiro mandato do lagartense. Ele assume o cargo em janeiro de 2016. Foram cerca de 4 mil votos.
Com 46 anos de idade e mais de 20 atuando no mercado sergipano, Henri Clay já foi presidente da OAB e conselheiro seccional. Atualmente, ocupa uma cadeira no Conselho Federal da Ordem e dirige a Escola Nacional de Advocacia (ENA).
Entre as suas proposituras estão a criação da Procuradoria de Defesa das Prerrogativas; oferecer agilidade à Ouvidoria das Prerrogativas; o retorno do Cadastro de Violação das Prerrogativas, além do desenvolvimento de um aplicativo para denúncias de violações.
O presidente eleito também quer estimular e ampliar a participação feminina na OAB; criar o projeto Parto Tranquilo; garantir a reserva de vagas exclusivas às advogadas gestantes nos fóruns; lutar pela mudança da nomenclatura para Ordem da Advocacia Brasileira; combater o aviltamento de honorários advocatícios; regulamentar critérios de fixação de honorários e criar tabela mínima para atividade advocatícia, além de fiscalizar contratos e parcerias públicas e privadas.
Durante a votação desta sexta-feira (27), Andrade disse que a Ordem precisa voltar a ser a caixa de ressonância da classe e do povo de Sergipe e do Brasil. “A advocacia é algo de essencial na vida e na história dos povos. É a liga, o cimento, o selante e o amálgama da civilização. Ousaria dizer, portanto, que sem a sua aplicabilidade não haveria história, porque não haveria trânsito de pensamento e de liberdade. Falta algo para a advocacia ser tudo? Ela é, seguramente, o melhor modelo de uma entidade de classe que vai além dos limites daqueles que a compõem e a defendem. Sem "pieguismo", a OAB tem sido a minha razão de ser. É a minha outra forma de respiração. É como se sem ela não me houvesse vida", disse.
Foto: Márcio Dantas

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