Grupo de Trabalho LGBT da Segurança Pública discutirá próximas ações
Reunião acontece nesta quarta-feira (05), às 9h Cotidiano 04/06/2013 19h00Por Sílvio Oliveira
O Grupo de Trabalho LGBT da Segurança Pública fará uma reunião nesta quarta-feira (05), às 9h, no Centro de Referência de Combate à Homofobia, situado a rua Guilhermino Resende ,nº 76, bairro 13 de Julho, para discutir os últimos fatos ocorridos em Sergipe contra a comunidade LGBT.
Conforme o coordenador do grupo, o delegado de Justiça Mario Leoni, há uma pauta de discussão com os componentes do grupo, que inclui o monitoramente dos crimes homo/lesbo/transfóbicos em Sergipe, com o intuito de mapear, identificar, e diagnosticar as ocorrências de violência, para subsidiar a produção de relatório anual pelo Núcleo de Análise e Pesquisas em Políticas Públicas Segurança e Cidadania ( NUPSEC).
“Queremos discutir também a participação efetiva da Secretaria de Segurança Pública de Sergipe e a divulgação dos serviços prestados à comunidade LGBT nas paradas da diversidade da capital e interior, além da capacitação dos policiais Civis e Militares e do Corpo de Bombeiros”, completou.
O Grupo de Trabalho é composto por representantes da sociedade civil organizada (ONGs da capital e do interior) e representantes governamentais de diversas pastas (Secretarias de Segurança Pública através das polícias Civil, Militar e Corpo de Bombeiros, da Inclusão Social, Direitos Humanos, Saúde, Educação, Defensoria Pública).
Nos últimos dias houve um latrocínio (roubo seguido de morte) envolvendo um homossexual no bairro Augusto Franco, em Aracaju, e cinco travestis foram encontrados em regime de semiescravidão em Contagem, região metropolitana de Belo Horizonte.
Foto: Ilustração

Falta de acesso à habitação persiste e desafia efetivação da cidadania
Testagem ocorre a partir das 8h, na área externa da UBS Carlos Hardmam.
Os contratos terão duração de até um ano, com possibilidade de prorrogação
Homem foi flagrado pelas câmeras de segurança do Ciosp levando uma porta
Secretária Mércia Feitosa lembra necessidade de reduzir ocupação de leitos
