Governo pressiona categorias com corte de ponto
Cotidiano 27/08/2012 09h27Por Elisângela Valença
“O sentimento das categorias é de indignação”. Esta é a declaração de Isac Silveira, coordenador geral do Sindicato dos Trabalhadores em Saúde, Trabalho e Previdência Social no Estado de Sergipe (Sindiprev/SE) sobre a postura do Governo Federal com relação às negociações com as categorias que estão em greve em todo o país.
Já são mais de 100 dias de paralisação e o Governo Federal mantém a mesma proposta: 15,8% em três etapas, entre 2013 e 2015. “O corte de ponto é real e agora está sendo usado como moeda de troca”, informa Isac. Depois de algumas negociações no final da última semana, o governo acena com a possibilidade de reposição do ponto cortado. “Isso é uma forma de nos pressionar a encerrar o movimento”, explica.
Mas a reposição do corte de ponto será apenas para as categorias que fecharem a negociação, aceitarem os 15,8% e retornarem ao trabalho. A posição do Governo Federal é firme. Só terá reajuste quem fechar a negociação. Quem não aceitar, só volta a negociar em 2013.
De acordo com cálculos dos sindicatos, 70% dos servidores ativos estão com atividades paralisadas. Isso corresponde a 350 mil servidores em todo o país. Muitos já negociaram e, segundo o Governo Federal, cerca de 80 mil servidores continuam com a paralisação.

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