Funcionários do Ipes saúde paralisam atividades nesta terça-feira, 08
Haverá ato público e assembleia para definir rumos do movimento
Cotidiano 07/05/2012 15h27

Por Sílvio Oliveira

Médicos, enfermeiros, odontólogos e servidores técnicos do Ipes Saúde paralisarão as atividades na manhã desta terça-feira, 08, a partir das 7h, com o intuito de realizarem um ato público em frente da Secretaria de Estado da Administração e Planejamento (Seplag). Eles querem um Plano de Cargos, Carreira e Vencimentos (PCCV) único para a categoria, independente do plano geral dos servidores do Estado.

O ato público tem o apoio dos Sindicatos das diversas categorias, além do Sindicato dos Condutores de Ambulância do Samu e demais entidades sindicais ligadas à saúde.

Conforme Mércia Oliva, assessora de Comunicação do Sindimed, a categoria realizará a mobilização e, logo após, haverá uma assembleia, já que a maioria apoia o indicativo de greve. “Os profissionais querem um plano à parte. O Ipes Saúde é uma autarquia, foram eles que começaram a luta em prol de um Plano de Cargos, Carreira e Vencimentos e eles acreditam que são os que mais tiveram perdas”, informa.

Hospitais particulares

Ainda na terça-feira, desta vez no turno da tarde, os médicos da clínica Renascença participarão da série de reuniões recomendada pelo Ministério Público do Trabalho, a fim de que o Sindimed interceda na questão da assinatura das carteiras de trabalho dos médicos que trabalham em hospitais particulares.

O fato é que em outubro de 2011 alguns profissionais denunciaram ao MPT que não tinham carteira de trabalho assinada e não possuíam vínculo empregatício com as respectivas unidades hospitalares. Houve uma reunião com a presença do Sindimed e essa instituição ficou de realizar reuniões com os profissionais dos principais hospitais particulares do Estado. Os hospitais São Lucas e Primavera já participaram das reuniões.

Mércia Oliva explicou que muitos profissionais acreditam que, não mantendo o vínculo empregatício, também não o atribuem as obrigações civis. “Se o profissional tem um envolvimento eventual com o trabalho, ai sim, mas se o trabalho é diário, mesmo sem carteira assinada, há um vínculo, uma obrigação. Muitos acham que não”, explicou o teor da reunião.

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