FPI/SE: donos de fabriquetas devem apresentar propostas de regularização
Cotidiano 29/11/2016 16h42Alguns proprietários que tiveram suas fabriquetas de requeijão interditadas no povoado de Vaca Serrada, município de Monte Alegre - por condições insalubres, sem nenhuma higienização constatadas pela equipe Abate da FPI/SE - se comprometeram durante reunião com a FPI, ocorrida no final da manhã de segunda-feira (28), a formarem uma comissão para que, na próxima quinta-feira (1º), em Porto da Folha, eles apresentem ao promotor da região, as propostas com prazos para regularização da situação.
Participaram da audiência a procuradora da República e coordenadora geral da FPI de Sergipe, Lívia Tinôco; o vice-presidente do Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco (CBHSF), Maciel Oliveira e a coordenadora da equipe Abate da FPI, Salete Dezen.
No último dia 22 deste mês, segundo dia da operação deflagrada pela FPI no sertão sergipano, a equipe Abate flagrou fabriquetas de requeijão funcionando irregularmente e de forma insalubre.
Os estabelecimentos não tinham nenhum tipo de higienização. Os baldes que armazenavam leite estavam abertos e as moscas estavam por todo lado, inclusive no alimento. Em um dos locais fiscalizados funcionavam, ao mesmo tempo, a fabriqueta e uma pocilga (curral de porcos).
As três queijarias foram interditadas por funcionar em condições precárias e apreendidos 2.500 kg de requeijão do sertão e manteiga.
Estão participando da Fiscalização Preventiva Integrada do São Francisco da Tríplice Divisa (FPI) mais de 400 profissionais que envolve os estados de Sergipe, Bahia e Alagoas. Aqui no estado a FPI tem a participação de 32 entidades, entre elas órgãos federais e estaduais, e instituições da sociedade civil.
Esta é a segunda etapa da FPI do São Francisco em Sergipe, porém, é a primeira de grande porte, já que dessa vez conta com 12 equipes em campo: saneamento (resíduos sólidos/esgotamento sanitário/ abastecimento de água) mineração e cerâmica; fauna; flora; espeleologia; aquática; abate clandestino; patrimônio cultural; comunidades tradicionais; gestão ambiental; agrotóxicos; e apoio e inteligência.
*Com informações da FPI/SE

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