FPI do São Francisco flagra desmatamento e multa empresa em mais de R$13 mil
Área devastada corresponde a 28 campos de futebol Cotidiano 23/11/2016 15h00 - Atualizado em 23/11/2016 17h16Nas proximidades do município sergipano de Poço Redondo, um desmatamento em curso - já com uma devastação correspondente a 28 campos de futebol – foi interrompido pela FPI do São Francisco. No local, também foi flagrado pela equipe Flora um trator em operação.
De acordo com o coordenador da equipe, Romeu Boto, três autos de infração foram lavrados: dois pela Adema (desmatamento e falta de licença ambiental) e um pelo Crea/SE (falta de registro da pessoa jurídica). A empresa responsável foi multada em R$ 13.600 por não possuir licenciamento.
Ainda durante a ação de fiscalização, que contou com a presença do promotor de Meio Ambiente do MPE/SE, Carlos Henrique, uma carvoaria clandestina foi encontrada e demolida pela equipe. Segundo Romeu, quando chegaram ao local, foi percebido que o forno para a produção de carvão irregular estava desativado, porém, foi feita a demolição para que não continuasse a ser utilizado, já que essa prática clandestina contribui para o desmatamento da caatinga.
O Ministério Público do Trabalho também acompanhou a ação no intuito de identificar se há trabalho escravo ou crianças envolvidas, casos comuns nas carvoarias.A equipe Flora conta com a forte atuação dos seguintes órgãos: Ibama; Emdagro; Semarh/SE; Adema; Pelotão Ambiental da PM; SRTE/SE; e MPT/SE.
Estão participando da Fiscalização Preventiva Integrada do São Francisco da Tríplice Divisa (FPI) mais de 400 profissionais que envolve os estados de Sergipe, Bahia e Alagoas. Aqui no estado a FPI tem a participação de 32 entidades, entre elas órgãos federais e estaduais, e instituições da sociedade civil.
Esta é a segunda etapa da FPI do São Francisco em Sergipe, porém, é a primeira de grande porte, já que dessa vez conta com 12 equipes em campo: saneamento (resíduos sólidos/esgotamento sanitário/ abastecimento de água) mineração e cerâmica; fauna; flora; espeleologia; aquática; abate clandestino; patrimônio cultural; comunidades tradicionais; gestão ambiental; agrotóxicos; e apoio e inteligência.
Fonte: FPI/SE

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