Força-tarefa contra Aedes aegypti chega aos presídios sergipanos
Cotidiano 19/02/2016 10h09

O combate ao Aedes Aegypti, mosquito transmissor da dengue, Zika e a febre Chinkungunya, é uma responsabilidade de toda a população e isso também vale para o sistema prisional. As coordenações de saúde dos presídios sergipanos estão atentas à prevenção contra o mosquito e reforçaram os cuidados para eliminação de possíveis focos nas instalações das unidades.

Jucileide Vieira, coordenadora de saúde do Presídio Feminino (Prefem), explica que dentro do presídio todos os cuidados estão sendo tomados.

"A prevenção é realizada mesmo pelas próprias internas encarregadas da limpeza do prédio. Elas estão sempre atentas aos locais que possa ter água parada, e eliminam os locais que podem ser utilizados pelo mosquito como reservatório para seus óvulos," disse.

O Prefem está hoje, com pelo menos 4 internas gestantes, e com elas o cuidado é redobrado quando se trata do  mosquito, já que o vírus Zika tem sido o responsável por diversos casos de microcefalia. Por tanto, além do cuidado tomado dentro da unidade, os familiares dessas internas estão enviando com frequência, repelentes para que possam se proteger da picada do mosquito.

No Premabas, a unidade recebe a visita de agentes de saúde enviados pela secretaria do município, para que seja realizada uma vistoria técnica no prédio. Mas os esforços por parte dos presos responsáveis pela manutenção predial é intensa, bem como do chefe de manutenção da unidade, que semanalmente observa as caixas de esgoto, as lavanderias e demais locais que possam servir para a proliferação do mosquito.

José Gabriel da Cruz, coordenador de saúde do Premabas, informou que a unidade possui atendimento médico semanal e até o momento nenhum caso de doenças transmitido pelo mosquito foi registrado no presídio.

"Não há nenhum caso registrado na unidade com as doenças transmitidas pelo mosquito Aedes Aegypti. Toda sexta-feira os internos passam pelo atendimento médico, e em nenhuma das consultas foi detectado os vírus," disse.

No Cadeião, a área verde na parte externa é uma preocupação, por isso a capinação tem sido realizada com frequência para deixar o mais livre possível de reservatórios para o mosquito.

Toda essa prevenção é responsável por não haver nenhum registro de doenças dentro das unidades.

Força Tarefa

O coordenador geral de saúde da Sejuc, Thiago Rodrigues, participará no final do mês de fevereiro de um encontro entre coordenadores de saúde do sistema prisional, realizado pelo Departamento Penitenciário Nacional (Depen), em Brasília, para a formulação de uma Força Tarefa de combate ao Aeades Aegypti nos presídios. Ao retornar, o coordenador será um agente multiplicador nos presídios sergipanos, repassando aos servidores os cuidados para reforçar o combate ao mosquito.

Fonte: Sejuc

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